Saiu! Teaser de Ghost in the Shell… e, olha, tá bacana!

Nessa madrugada a Paramount liberou cinco mini-clipes da sua adaptação de Ghost in the Shell. Apesar de todo o rebuliço que o filme causou entre os fãs do original, ele tá parecendo ter bastante potencial! Bora ver:

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Uma bela carta de amor ao mangá – BAKUMAN, o filme

A indústria do mangá é essencialmente multimídia. Editoras lançam novos títulos e já começam os trabalhos para a adaptação para anime, para os jogos, para os brinquedos e por aí vai. Enquanto a maioria dessas adaptações é vista com bons olhos, uma ainda luta para ganhar a graça dos fãs: os filmes em live-action. Devido ao seu histórico majoritariamente falho, fica complicado termos grandes esperanças quando anunciam um novo filme. Felizmente, exceções existem e BAKUMAN é, definitivamente uma delas.

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BEDA #08 – Eu sou realmente muito fã do Makoto Shinkai

Esses dias saiu o trailer de Kimi no Na wa, novo longa-metragem do consagrado diretor Makoto Shinkai. Ao terminar de assisti-lo e de ficar completamente de boca aberta com a qualidade da animação, eu me toquei que eu quase nunca falei dele aqui no Anikenkai.

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Wolf Children: Um bom anime para esse Dia das Mães

Hoje é Dia das Mães! Como tal, queria fazer uma lista de recomendações de mangás como fiz para o Dia dos Pais, mas me deparei com um problema. A presença de pais em mangás já não é algo tão comum, de Mãe então, muito menos. Pais até tem certa participação no imaginário da cultura pop, mas poucas obras focam no relacionamento entre mães e filhos. Eu não conseguia lembrar de nenhum realmente relevante e nem uma boa pesquisa ajudou.

Decidi então mudar a ideia do post e falar sobre um filme que estou para falar tem um bom tempo aqui no Anikenkai, Wolf Chilfren (aka Ookami Kodomo no Ame to Yuki). Dirigido por Mamoru Hosoda (Summer Wars, Toki o Kakeru Shojo, Digimon: O Filme), um dos meus diretores favoritos, o filme conta a história de uma mãe humana, Hana, cuidando de seus filhos meio-humanos/meio-lobos: uma menina chamada Yuki e um menino um pouco mais novo chamado Ame.

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Vidas ao vento, a última obra de Hayao Miyazaki

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Hayao Miyazaki. Gênio pra uns, um diretor competente pra outros, um grande babaca para todos, mas uma coisa que não se pode negar é que o cara tem talento. Seja pra reciclar sua obra de maior sucesso (Chihiro) em filmes idênticos (todos os últimos que ele fez) ou para fazer algo que saiba tocar o coração daqueles que assistem. E, olha, Vidas ao vento se encaixa no segundo.

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Coluna do Fred: Evangelion 3.33 – Um triunfo!

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O que caracteriza um bom filme? Você pode perguntar para qualquer um que terá as mais variadas respostas, mas para mim, é a capacidade de inserir o telespectador no mundo que está sendo mostrado, fazer ele viajar num universo diferente, enfim, prender quem está vendo.

E Evangelion 3.33 you can not redo consegue isso e muito mais. É um primor ter um filme como esse à nossa disposição.

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Evangelion 3.33: Como filme, um fracasso… (sem spoilers)

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Eu vi o recém lançado em DVD/BD Rebuild of Evangelion 3.33: You Can (Not) Redo há quatro dias e desde então eu venho discutindo o filme com alguns amigos a fim de ver outros pontos de vista de pessoas que, assim como eu, são muito fãs da série. Fiz isso pois ao terminar os breves 90 minutos do filme, eu parei, olhei pra tela e disse: “mas o que diabos aconteceu aqui?”. E não foi o simples fato de não ter entendido o filme, mas sim de querer entender o que o diretor tentou fazer com a franquia através dele.

Em Rebuild of Evangelion a ideia era recontar a história de Evangelion de forma definitiva para o velho e para o novo público. O primeiro filme veio praticamente como uma cópia da série original, só que de maneira mais objetiva e com a clara intenção de situar novos espectadores naquele universo. Para alguns um filme chato, para outros, como eu, um filme bem competente no que se propõe. E então veio o segundo, que fez velhos e novos fãs ficarem de queixo caído com um climax épico, para se dizer um mínimo e um desfecho surpreendente.

Basicamente tudo o que conhecíamos sobre Evangelion estava para ser mudado. O terceiro filme viria praticamente com conteúdo 100% inédito e todos que vibraram com o segundo aguardavam ansiosamente. Aí ele saiu…

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Nesse ponto é bom dizer que eu gostei bastante do filme, como fã e conhecedor daquele universo, o filme me agradou. O que vou falar agora é minha impressão do filme enquanto parte de uma franquia que se propusera a ser a versão definitiva da obra, um épico em quatro partes. Uma história que o espectador não precisaria saber nada previamente para curtir. Foi assim nos dois primeiros, deveria ter sido assim no terceiro.

No entanto, o que vimos foi uma colagem de momentos. Um filme que joga na sua cara um monte de conceitos, situações, objetos, acontecimentos e espera que você saiba do que eles estão falando. Não há foco. Não há ligação entre as cenas de forma a guiar espectadores que a elas não são familiares. E, o pior de tudo, fica aquela impressão de que o diretor e roteirista, Hideaki Anno, foi forçado a colocar em tão pouco tempo uma quantidade absurda de conceitos. Isso fica ainda mais claro se percebermos que nenhuma das cenas que apareceram no preview do filme ao final do segundo aparecem de fato nele.

Acontece que para o espectador comum, que provavelmente figura entre parte significativa do público que fez esse rebuild ser o sucesso que é, o filme só criou dúvidas, não apresentou soluções. Nada tinha razão para estar acontecendo. Apenas acontecia e você aceitava, mas não havia conexão, não havia carga emocional ligando o espectador à história. Lembro que estou falando isso do ponto de vista de quem não conhecia Evangelion antes dos filmes.

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 Sendo assim, como parte de uma série esse filme falha… e muito. E não é como se eu não gostasse de filmes que te deixam confuso ou te fazem pensar sobre o que você viu, muito pelo contrário. O charme de Evangelion, pra mim, sempre foi esse. Eu viajava nas teorias por trás de tudo aquilo que era apresentado. Só que isso só é legal quando a obra de dá meios de você pensar a respeito dela. Isso não acontece em EVA 3.33.

Novos conceitos, situações e etc são apresentados a você e não é oferecido nada que te possibilite entendê-los restando unicamente a esperança de que no último filme aconteça algum tipo de flashback ou explicação do que aconteceu de fato. É como se esperássemos que o quarto filme conte a história do terceiro, já que nós só a vimos passar.

Em seu terceiro filme, a série Rebuild of Evangelion jogou fora tudo que construiu nos dois primeiros. Não é mais uma série palpável a todos que queiram assistir. Voltou a ser de nicho, e muito nicho. Se isso é ruim, depende se você está fora ou dentro dele. Para mim, o filme foi sensacional. Gerou boas discussões com amigos e ainda irá gerar por uns bons anos até que o quarto saia. Mas pensando além do meu próprio umbigo, o filme foi um fracasso.

Vamos aguardar o quarto. Vamos torcer para que Anno não esqueça de que essa deveria ser a versão definitiva de Evangelion. Eu não quero, e nem acho que a maioria dos espectadores queira, um filme água com açúcar que entrega tudo numa bandeja para o espectador. Eu quero é um filme que crie dúvidas, discussões e teorias das mais doidas possíveis, mas que me dê base e condições para criá-las.

Rebuild of Evangelion 3.33: You Can (Not) Redo um fracasso como filme, um orgasmo para velhos fãs.

Leia também:

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>> Manga de Neon Genesis Evangelion termina nos próximos dois capítulos (Gyabbo)

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Rurouni Kenshin: O Filme – Avaliando a adaptação de Samurai X

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Desde que foi confirmado, no meio de 2011, que Samurai X iria ganhar uma adaptação em live-action, eu não esperava a hora para assisti-lo. A estreia ocorreu em Agosto do ano passado lá no Japão e as críticas que se seguiram foram positivas o suficiente para me deixar com ainda mais vontade. Em meio a supostas possibilidades de lançamento do filme por aqui o blu-ray japonês saiu (em Dezembro) e eu não consegui esperar mais. Peguei o filme, botei na maior televisão aqui de casa, liguei o som no máximo, peguei a melhor poltrona que tinha, botei colada na tela e me preparei para curtir as pouco mais de 2 horas de filme que tinha pela frente. Será que o resultado final da adaptação do meu anime favorito foi, de fato, boa?

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