Guilty Crown – Primeiras Impressões

Um dos animes mais esperados dessa temporada, Guilty Crown tem tudo para ser o melhor dessa remessa e até mesmo um dos melhores do ano. Confira porque gostamos tanto dessa produção.

Para começar Guilty Crown tem como seu diretor Tetsuro Araki e é produzido pela Production I.G, seu título significa (ao pé da letra) “Coroa dos Culpados”, agora o porque desse nome o anime ainda não chegou a explicar, apenas fez uma menção perto do final do episódio.

Arte e Animação

Quando comecei a assistir logo de cara já fui pego pela paisagem da cidade que está extremamente bem feita, para adicionar, a trilha sonora da abertura, mais o nível de produção da animação do anime que estão maravilhosos, devo dizer que essa foi sem dúvida uma das melhores, se não a melhor, introdução a um anime que já vi.

Os characters designs feito por Hiromi Kato estão esplêndidos, principalmente Inori com um estilo único, meio apelativo, mas único. A única arte que não gostei foi dos robôs policiais que vemos durante o episódio, achei eles normais, digo sem nada que chame a atenção.

Ao todo o anime está lindo e a cada cena vemos como o nível de produção está elevado.

Som

A música no começo “My Dearest” escrita pela banda Supercell e cantada por “Chelly” (uma artista escolhida pela banda) está linda e combinada com a introdução do anime. Já o encerramento “Departures: Anata ni Okuru Ai no Uta” é  música calma e singela que fecha com chave de ouro esse primeiro episódio.

Fora a abertura e o encerramento, todas as outras músicas foram criadas pelo compositor Hiroyuki Sawano. Durante o anime é possível sentir como cada canção se em caixa perfeitamente para cada situação, não havendo nenhum erro. Os efeitos sonoros também estão impecáveis, detalhando e dando vida ao cenário onde está passando a ação.

História

A história se passa no ano de 2029 durante uma guerra civil e mostra o Japão destruído após uma epidemia causada por um vírus matar muitas pessoas. Dentro desse contexto conheçemos o protagonista Ouma Shu, um menino não muito sociável que acaba encontrando com Yuzuriha Inori, a cantora da banda “Egoist” e também membro de um grupo “terrorista”. A partir daí Shu começa a se envolver mais com a menina e com esse misterioso grupo liderado por Tsutsugami Gai.

O grande problema aqui é como as situações acontecem, as cenas apesar de interessantes parecem “mais do mesmo” em alguns momentos. A parte bacana é que vimos nesse primeiro episódio certos flashbacks de Shu, isso me leva a crer que deve ter muita coisa por trás dos acontecimentos que vimos até agora. Vai ser bem interessante ver o desenrolar dos personagens e das situações, estou apostando que a história deve melhorar com o passar dos episódios.

Considerações finais

Quanto maior é a produção de um filme ou anime, como é esse caso, menos os produtores podem fugir do óbvio devido ao tamanho dos gastos e ao retorno que ele deve gerar. Portanto a história de Guilty Crown é clichê sim, mas nem por isso deve ser menosprezada.

O anime é lindo no ponto de vista de arte e animação, o som a todo momento faz você imergir no que está acontecendo na tela e se tudo isso não bastasse ainda possui uma das introduções mais bem executadas dos últimos anos.

Essas são as qualidades de Guilty Crown e apesar da base do anime ser algo já explorado em muitas outras histórias, ela acaba funcionando por ser simples e por possuir inúmeras possibilidades. Indico a todos que gostam de animações japonesas.

Um dos animes mais esperados dessa temporada, Guilty Crown tem […]

6 thoughts on “Guilty Crown – Primeiras Impressões”

  1. o anime eh realmente um grande cliche… na verdade eu me lembrei muito d FFVII e FFXIII vendo esse primeiro epi..
    porem nao consigo deixar d achar um anime lindo, muito bem usado o cliche e sim com uma historia meio q aberta.. o q faz com q cada episodio fique interessant.. oq na verdad ja cansei ao ver muitos animes gastarem metade do primeiro epi explicando 1000 coisas e nao dando atencao a outras coisas important…

    oq realmente deu pra ver, foi q tao tentando fazer um estilo de CG mais shounen possivel.. com personagens com todo tpw d bom valor e coisa do tpw. .e creio q isso vai ficar meio chato…

  2. Pessoal, vocês estão falando de copia, temos que levar em consideração, não que o anime seja uma copia e sim um cliche de usar alguma pessoa ligada ao principal (Inori) como um catalizador para poder, agora o fato de ele puxar da menina uma espada, da outra um livro isso não não saun copias de entre eles e sim de um conceito já existente.

    Sim o anime dexa muita coisa no ar, mas isso não quer dizer que ele é ruim ou bom, é apenas o primeiro episodio, a intenção dele é fazer com que o publico fique interessado para ver o que está por vir. Já vi varios animes que deixam bastante coisas no ar logo de começo, mas nem por isso deixam de ser bons.

  3. “Esse anime tem mt do anime dantalian no shoka ( um e espada que tira do peito e o outro são livros)”

    Dammmm….
    Puxa, cada um. É claro que fora copiado dos animes anteriores. Uma delas, o anime Utena, thoty.

  4. Ruim, muito ruim. Sem ter o que saber o título da obra, não tem como engolir. Se o 1° episódio deixa tanta coisa sem explicação, então devemos deixar eles de lado, pois o pessoal de lá vivem fazendo isso (vide C, que fora tudo uma mentira no seu ápice final)

  5. Achei normal como qualquer anime, a musica realmente faz a diferença e só.
    Esse anime tem mt do anime dantalian no shoka ( um e espada que tira do peito e o outro são livros)

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