BGS 2016 – Do mainstream ao indie

Olá meus caros leitores, dessa vez não estou com nenhuma review ou sugestão de leituras para vocês. Não é todo dia que eu tenho oportunidade de ir a um evento do porte da BGS, ainda mais de graça, então resolvi falar sobre ele. Antes de tudo, gostaria de agradecer a Constance, outra redatora daqui do blog, por ter me ajudado a tirar fotos do evento.

Os organizadores fizeram a lição de casa

BGS 2016
Confesso que não estava nem um pouco empolgado para ir à BGS. Eu acho que depois de tantos eventos de animes e alguns festivais, estava esperando algo bem mixuruca. Fico feliz por estar enganado.

Existe uma regra de ouro que uso para analisar a qualidade de um evento. Eu, geralmente, analiso se precisaria de mais alguns dias para ver tudo no evento. Se precisar de mais alguns dias, então o evento provavelmente é bom. Você deve estar ser perguntando o porquê de eu averiguar assim. A resposta é bem simples. Quando não consigo ver tudo num dia, é viável afirmar que o evento tem mais coisas para ser observado com maiores detalhes o que não conseguiria em apenas uma ida.

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O evento estava bem cheio e obviamente tivemos a presença de empresas de grandes portes. Pavilhões com filas quilométricas para testar os jogos eram bem frequentes.

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Em algumas lojas era possível encontrar estátuas gigantes de personagens de jogos. Não preciso nem dizer que muita gente tirava foto perto delas.

img4 Uma coisa que me chamou atenção eram os cosplayers que eram contratados por empresas. Algumas empresas como a Sony e a Ubisoft colocavam para promover o jogo e chamar a atenção das pessoas para irem ao estande.

img5 Embora o evento não seja voltado para animes e mangás, tinha muitas lojas com produtos legais para atender aos otakus de plantão.

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Alguns estandes tinham jogos baseados em animes atendendo a pessoas de diversos gostos.

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O evento também deu espaço para jogos coreanos. Tinha uma área para esses joguinhos de celular.

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Não podemos nos esquecer dos torneios de jogos também.

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Tinha momentos que o evento mais parecia um parque de diversões.

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Concurso de cosplay bem organizado

Outro ponto de destaque do evento foi o concurso de cosplay. Eu costumo achar esses concursos uma zona, mas a galera do evento caprichou bastante. Havia juízes que eram cosplayers profissionais avaliando os candidatos. Uma das avaliadoras que estava na banca era a mesma cosplayer que tinha sido contratada para o estande do jogo Witcher.

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Juradas bem humoradas

Até o DJ estava trajado para o momento.

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Dj do concurso

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Lobo de Zelda: Twilight Princess

Deadpool sensualizando

Deadpool sensualizando

O leitor que conhecer esse personagem me avise nos comentário

Vayne do League of Legends. Agradecimentos ao leitor Renan Schroter por informar sobre o cosplay

Não podia faltar uma Arlequina nesse evento

Não podia faltar uma Arlequina nesse evento

Galera do RWBY e Bioshock se divertindo

Galera do RWBY e Bioshock se divertindo

Noct do Final Fantasy

Noct do Final Fantasy

Até as crianças entraram na brincadeira

Até as crianças entraram na brincadeira

Ainda prefiro o Dante de cabelo branco

Ainda prefiro o Dante de cabelo branco

A Cammy do Street Figther fazendo pose de batalha

A Cammy do Street Figther fazendo pose de batalha

Essa outra Arlequina era uma das juízas do evento

Essa outra Arlequina era uma das juízas do evento

Quem conhecer esse personagem responde nos comentários

Quem conhecer esse personagem responde nos comentários

Dos grandes aos pequenos

A parte que eu mais gostei desse evento foi eles terem dado um espaço razoavelmente bom para desenvolvedores indies. Se você é uma das pessoas como eu que não gosta de pegar fila, então ia achar legal os estandes das empresas pequenas.

Eu fiquei surpreso com alguns jogos desenvolvido por elas. Alguns estavam bem profissionais e divertidos. O legal é que você podia falar com os desenvolvedores dos games, coisa que não aconteceria nos estandes de empresas grandes.

Agora vamos para alguns destaques.

Tiny Litte Bastards foi um jogo bem legal. Acho que era um dos estandes mais cheios dos estúdios pequenos. Eles tiveram uma ampla divulgação de outros canais de jogos e campanhas de crowdfunding como o Catarse.

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A galera do Trajes Fatais também estava lá. Já fazia um tempo que estava com vontade de experimentar o jogo. Esse é um daqueles games que provam que o brasileiro sabe fazer jogo de luta.

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Onofre Paiva, desenvolver do jogo, foi muito atencioso conosco

O jogo indie que eu mais gostei do evento foi o Wells. Eu até fiquei surpreso com acabamento e detalhes dos cenários. A física e a mecânica também estavam muito bons. Não é todo dia que você vê uma obra de arte dessas dando sopa. Agradeço ao pessoal do estúdio por terem me convidado para jogar.

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Pessoal da Tower Up Studios

Quem é das antigas e joga RPG, talvez vai conhecer Holy Avenger. Tinha uma estande divulgando o jogo baseado nas HQs de Marcelo Cassaro.

Galera testando o jogo do Holy Avenger

Galera testando o jogo do Holy Avenger

Tivemos até uma Niele no estande do jogo Holy Avenger

Tivemos até uma Niele no estande do jogo Holy Avenger

Considerações finais

Sem dúvida o evento foi bem legal. Muita coisa para se ver e para fazer. A organização está de parabéns. Se tiver a oportunidade de cobrir esse evento novamente, farei com muito prazer.

 

Sobre Wesley Chen

Wesley é um tinker por emoção, programador sem noção e escritor de coração. Amante da cultura nerd, geek e otaku; está sempre buscando alguma história nova ou desconhecida.

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