Blood C – Primeiras Impressões

Comecei essa temporada com Blood-C. Como fã do CLAMP, não podia ser diferente, fiquei bastante curioso para ver como o CLAMP trabalharia com esse universo, e as mudanças que fariam na franquia. Curioso pra saber como ficou o primeiro episódio? Clica no “Continue Lendo” pra saber o que eu achei. ;D

Depois de uma pequena apresentação, que não dá realmente pra entender só com o primeiro episódio, vem a abertura, que eu pessoalmente gostei mais da animação do que da música. A música até é boa(Spiral, do DUSTZ), mas não sei se vai me animar a temporada inteira(a comparação com Aozora no Namida é inevitável…), por outro lado, o vídeo é ótimo, mostra bem os contrastes da vida de Saya, colegas de escola, e o sangue dos monstros que ela enfrenta, uma cena em especial me chamou a atenção, onde ela está coberta de sangue, que vai se “descascando”, isso é mais provável de me animar pra assistir a abertura do que a música.


O episódio em si, correu como um primeiro episódio de shounen “meets” Card Captor Sakura, dando bastante tempo para a vida de Saya, a personagem principal, animada, apressada, desastrada e gentil. Acompanhamos sua vida na escola, seu pai, que é o sacerdote do templo local e seu dia-a-dia normal, até o final do episódio, onde vemos que o sacerdote e sua filha tem mais deveres do que as pessoas imaginam. Aliás, sacerdotes e templos são frequentemente importantes em histórias do CLAMP, e foi bem interessante deixarem Saya como uma sacerdotisa, fazendo desse o seu motivo para caçar monstros. No final do episódio, temos a primeira cena de ação, que nos dá um pequeno vislumbre de que Saya não é só uma espadachim extremamente hábil, e que ela tem alguma habilidade escondida.
Foi um bom primeiro episódio, apesar de não ser excelente, aproveitando da “fórmula” que se vê em quase todos os shounens, me deixou curioso para o próximo, mas, sou um pouco suspeito por ser fã confesso do CLAMP, mas acho que a história da sacerdotisa caçadora de monstros e vampiros deve render alguma coisa. E só pra constar, o encerramento(Junketsu Paradox da Mizuki Nana) é melhor que a abertura.

Comecei essa temporada com Blood-C. Como fã do CLAMP, não […]

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