Review: Pokémon BW Episode N (11-12)

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Apesar de muitos animes terem terminado e outros começado este mês (alguns dos quais o Video Quest está acompanhando), Pokémon não obedece muito essas estações e o Episode N continua! Confiram o, talvez, penúltimo review!

11 – Equipe Rocket VS Equipe Plasma! Meowth e Colress!!

RESUMINDO

Jessie e James se infiltram em outro esconderijo da Equipe Plasma, e despistam os capangas para que Meowth fique a sós com Colress. Meowth propõe que Colress trabalhe para a Equipe Rocket, mas Colress em troca diz que quer fazer experimentos no próprio Meowth. Um monte de reviravoltas ocorrem nesse meio tempo, mas no fim das contas, nada muito importante pro plot em si, a não ser o fato de que Ghetsis encontrou onde está a White Stone nas Ruínas Brancas, pedra que pode reviver Reshiram. E num breve momento, N encontra outro laboratório abandonado, reforçando um pouco mais fatos que levarão aos eventos do 16º filme da série.

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Ah! Também há um anticlímax chatíssimo e sem necessidade: um evento paralelo onde o Ash tenta descobrir porquê seu o Pignite está mais desanimado que o normal.

EU ACHO QUE…

Um episódio inteligentíssimo (tirando a parte do Ash, óbvio). Embora a forma como o Meowth tenta convencer Colress é bem clichê, o diálogo entre ambos é interessante, porque possui uma calma tão grande que é visível que os dois lados estão escondendo o jogo. Além disso, os outros acontecimentos do episódio são bastante inesperados.

Também vemos que a máquina de controle mental é melhorada ainda mais (“isn’t my final form yet”, como diria o Mewtwo): consegue fazer o ataque Fury Swippes (ataque fúria, em português) se tornar um “ataque especial” (não sei se foi só um modo de dizer, mas quem tem certa experiência nos jogos sabe a diferença entre ataques físicos e especiais: os físicos, como o nome diz, envolvem força física e contato, enquanto ataques especiais são como poderes que podem ser disparados à distância, como por exemplo o choque do trovão).

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Outra parte que achei interessante é quando Jessie e James comentam sobre sua própria relação com a Equipe Rocket. Todo fã sabe que em vários momentos, no anime ou nos filmes, eles já chegaram a ajudar os heróis e até os salvaram em certas situações. Mas neste episódios eles assumem: não são pessoas más, eles apenas agem da forma como desejam, independentes. Simplesmente fazem as missões da Equipe Rocket porque é numa organização do mal e pronto! Parece um motivo raso? Concordo, mas olhando desde quando o anime surgiu até hoje faz todo o sentido, e não quebra nada que o anime tenha mostrado sobre eles até aqui. Eu sempre soube que eles não eram malvados, mas ouvir isso pela primeira vez da própria boca deles me deixou muito contente!

Ah, e quem diria… um episódio filler anterior acabou sendo útil para uma habilidade do Meowth neste! Assistam e descubram o que foi. Só sei que queimei minha língua (ou… dedos… já que isso é… um texto).

12 – As Ruínas Brancas! Ash VS N!!

Observação: o título desse episódio engana, não houve nenhuma luta entre eles, apenas uma conversa.

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RESUMINDO

Ash e seus amigos chegam finalmente nas Ruínas Brancas, e junto com o pai da professora Juniper, encontram a White Stone, pedra que é a forma adormecida de Reshiram. Então N surge e tenta impedir que o professor estude a pedra, mas ao tentar fugir com ela, N e Ash caem numa das cavernas das ruínas. Na superfície, a Equipe Plasma chega no local em busca da White Stone e de N. Looker tenta impedí-los, mas Colress começa a controlar os pokémons dos arqueólogos e uma grande batalha começa (que se estenderá até o próximo episódio), enquanto Ash e N conversam dentro da caverna…

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EU ACHO QUE…

O pai da Juniper é hilário por si só, por causa do modo como ele fala. Mas o que gostei mesmo foi da conversa entre N e Ash. No meio dela N explica porquê tentou fugir com a White Stone. Acontece que, para ele, Reshiram e os outros pokémons são amigos, não objetos de estudo. Pokémons sendo usados em estudos, pra ele, é como se os pokémons fossem meros servos dos humanos (ei, eu lembro do Mewtwo questionando isso no primeiro filme!).

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Mas Ash é a favor dos estudos, porque quanto mais se aprende sobre os pokémons, mais é possível entendê-los e se aproximar deles como amigos. Esse raciocínio… poderia ser aplicado ao nosso mundo também, não? Em outro momento, N fala porquê Anthea e Concordia tinham tão pouca confiança nos humanos, diferente dele. Acontece que elas viveram num mundo “fechado”, e diferente de N, não viram os vários tipos de relação entre humanos e pokémons que existem pelo mundo.

A mensagem que o episódio talvez quer passar é de que nós (sim, nós), poderíamos evitar guerras ou lutas se tentássemos conhecer melhor os outros povos que existem no mundo, bem como suas culturas. Viver num mundo “isolado”, ou separado do exterior, favorece a ignorância. Temos exemplos tanto antigos como recentes de governantes que tentaram fechar a mente da população para o mundo exterior, com terríveis resultados… a Alemanha de Hitler e a Coréia do Norte atual mandam lembranças.

Olha que um dos objetivos dos jogos Pokémon é justamente vender… digo, fazer pessoas interagirem, e atualmente é possível jogar com pessoas de qualquer parte do mundo para trocar pokémons e batalhar (… batalhar com pessoas ao redor do globo é meio irônico, não? haha).

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Ah sim, voltando ao episódio, Looker toma uma atitude bem estranha para um policial: ele faz um Plasma de refém enquanto tenta salvar Íris e Cilan. Já vi muito bandido ameaçando reféns, mas um policial fazendo isso com um cano de ferro é inédito na minha vida. Parabéns. xD

012---imagem-bonusImagem bônus do dia. Feliz dia do beijo!

E então, o que acharam? Não deixem de comentar! Talvez eu demore um pouco pra postar, mas o próximo review será a parte final do arco Episode N!

Apesar de muitos animes terem terminado e outros começado este […]