Análise – Spiral Knights

Foi desenvolvido pela Three Rings Design e Sega, é um dos quatro primeiros jogos grátis do Steam (você pode pagar por vantagens), dá para jogar via o próprio Steam ou direto da Sega. É um jogo de ação MMO com toques de RPG e Zelda, foi lançado em Novembro de 2009.

A idéia por trás do jogo é simples, ele em si é simples e por isso é bom. São quatro jogadores numa dungeon matando monstros, pegando itens, equipamentos e decifrando quebra-cabeças. A modo de visão da câmera é por cima do cenário e você pode controlar o personagem de 3 modos diferentes, seja com as teclas “A/S/W/D”, o mouse ou as setas. O jogador tem a opção de escolher duas armas (entre espada, pistola e bombas) e para atacar é só apertar o botão Z ou o botão direito do mouse.

A IA (inteligência dos monstros) é divertida, eles não apenas andam perto e batem, eles reagem um pouco e possuem estratégias que beneficiam ou atrapalham dependendo do tipo de arma que voce usa. Haven (refúgio) a cidade principal tem lojas, sintetizador de itens (ferramenta de craftar itens atravez de receitas), leilão e um sistema onde você pode doar cristais para definir o tema das dungeons futuras.

Algumas características que eu gostei no jogo:

– O tutorial é rápido e eficaz.
– Os bosses possuem estrátegias.
– Arenas com uma grande sequência de monstros fortes e no final dessas arenas encontramos baús com itens.
– Tem desafio para todos os gostos.

Mas afinal, o que é pago?
Para explicar o que é pago preciso falar do “energy“. Ele pode ser usado entre os seus 3 personagens, o máximo de energy que você pode ter é 100, o jogo recupera energy por tempo e para recuperar tudo demora 22 horas. Cada andar que você participar da dungeon gasta 10 energy, criar itens , abrir algumas portas, ressucitar antes, usam energy. O problema é que uma dungeon tem mais de 25 andares, ou seja no mínimo 250 de energy e você não pode parar no meio. Criar itens mais raros, criar uma guilda, equipar acessórios ou liberar espaço para mais armas custa muito mais que 100 energy.

Para isso tem o Crystal Energy, que é o energy pago. Ele fica fixo e é gasto quando você não tem mais energy. Você pode conseguir Crystal Energy com outros jogadores ou com a moeda do jogo (crown), 100 Crystal Energy custavam 33000 crown quando eu joguei, depende de quanto é a oferta e a procura. Para ter uma ideia do esforço em um andar você consegue uns 150 crowns, é muito sofrido para os não pagantes.

Visualmente o jogo é bem trabalhado, a interface é bem objetiva – dificilmente você confunde algo no cenário – e o mapa da cidade é muito eficaz.

A música e os efeitos sonoros são agradáveis, cada mapa tem a sua música que ajuda no felling. Quando o jogador entra em uma dungeon ele pausa o seu tocador de música, identifica automáticamente o microfone (se você tiver) e já conecta com outros jogadores, quando você volta o jogo despausa a música.

Conclusão:
O game é simplista e divertido.  Ele está cheio de sistemas que melhoram o andamento do jogo. O único porém é a limitação tão grande para os não pagantes, literalmente o jogo vira um demo para essas pessoas.

Avaliação: 7,0

Site oficial: http://www.spiralknights.com/
Steam: http://store.steampowered.com/

Vídeo Gameplay:

Foi desenvolvido pela Three Rings Design e Sega, é um dos […]

4 thoughts on “Análise – Spiral Knights”

  1. Eu também prefiro WoW, acho que esses jogos da PSN que tem a intenção de serem MMO sempre falham, não conseguem pegar a essência dos jogos nesse estilo para PC.

    1. Concordo LK, acho muito chato o jogo ficar cobrando por itens e outros apetrechos que ajudam você a continuar jogando. Prefiro que cobrem por mês logo e tudo resolvido.

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