Então, e o final de Monster?

Até que enfim tivemos o final de Monster, mas e se ele for só questão de interpretação?

Atenção este post contém spoilers sobre o final de Monster.

É meus amigos, após 10 longos anos de espera (para mim somente 3) finalmente tivemos a oportunidade de ver o final da “obra máxima” de Naoki Urasawa publicado em terras tupiniquins. Lembro-me como se fosse ontem que fui à banca e tive a grata surpresa de ver o último volume de uma das séries que eu mais gostava me esperando a fim de me dar a oportunidade de descobrir o que aconteceu com o monstro.

Então eu li e gostei. Porém um tempo depois quando entrei na internet percebi que em maior parte a reação dos outros leitores foi negativa, inclusive no grupo no Facebook do Genkidama. Isso me motivou a escrever este texto analisando o final deste mangá. Vamos lá.

Em um primeiro momento, quando houveram as mudanças na história que demonstravam a aproximação do seu clímax um fator gerou desconforto, o “suicídio completo”. Na verdade, mais especificamente, o que gerou esse incômodo não foi o plano de fazer com que uma cidade morresse pelas mãos dos seus próprios habitantes, mas sim isso acontecer em uma cidadezinha do interior. E isso é algo aparentemente “menor” que o evento anteriormente planejado, o domínio/fim do mundo.

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Levando em conta o fato de que ao longo da série sempre foi enfatizada a capacidade que Johan tinha em manipular situações, ao ouvir que ele decide mudar o seu plano para que possa cometer suicídio se pensa que haveria um acontecimento do mesmo tamanho, algo em uma escala global. mas o que acontece é a chacina em uma pequena cidade.

No entanto levando em consideração que o desejo do monstro era se transformar em um personagem fictício destruindo todas as memórias sobre a sua pessoa, realizar um evento menor que o fim do mundo se torna mais lógico. Pois seria difícil que alguém que cometeu um ato de proporções catastróficas que mudasse o mundo fosse facilmente esquecido. Além disso é a morte de uma cidade inteira! É um evento horrível.

Quanto ao desdobramento dos demais personagens da trama, pode-se dizer que o final foi honesto. Não houve a tentativa de se realizar eventos extraordinário ou mudanças bruscas de personalidade, somente aquela leve evolução que insere as pessoas em uma realidade mais tranquila do que o último momento vivido.

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Eva conseguiu perder a obsessão por seu Tenma e desenvolver uma vida estável longe do álcool. Nina conseguiu perdoar o seu irmão e dar início à sua carreira como advogada. O detetive Lunge conseguiu conviver com o fato dele ter se enganado nesse caso (coisa que parecia impossível, diga-se de passagem). Grimmer chegou ao seu objetivo de ter sentimentos, inclusive sendo feito um belíssimo paralelo entre como ele encararia o final de sua vida com relação ao final da série “O Magnífico Steiner”, que ele nunca chegou assistir. E Tenma seguiu ajudando as pessoas mais necessitadas.

Só há um possível problema quando chegamos no último capítulo, que é o final propriamente dito. Quando é mostrado que Johan foge do hospital após estar em coma o autor abre um grande leque para se interpretar o que realmente aconteceu e o que virá a acontecer. O que cria a possibilidade de uma pessoa não ter gostado da sua interpretação desses fatos e não do final em si, já que fica meio obscuro o que realmente o Naoki Urasawa quis dizer.

Isso pode acabar tornando todo o julgamento da qualidade do final deste manga relativo à percepção que o leitor tem dele, ou seja, pode ser “questão de gosto”. Mesmo assim os leitores não são os únicos “culpados” do final ser considerado bom ou ruim, já que quando o autor idealizou este tipo de conclusão assumiu o risco de que a perspectiva do seu público poderia não ser positiva ou que um final interpretativo poderia ser algo que não agradasse os seus leitores.

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Além disso existem outros fatores que podem contribuir para uma opinião negativa do leitor. O autor considera Monster a sua melhor obra, há um hype gigantesco em cima de qualquer título dele e tudo isso ligado ao fato de o mangá ser realmente bom ao longo de seus 17 volumes anteriores, o que querendo ou não acaba gerando uma grande expectativa.

Eu, como disse anteriormente, gostei desse desfecho. Mas isso tem a ver com o fato de que gosto de finais interpretativos. Creio que a cena em que Johan aparece se levantando e falando com o Tenma de fato aconteceu e após descobrir a verdade sobre sua mãe ele partiu para a última vingança. Claro que que isso é somente a minha interpretação, não é uma verdade absoluta e provavelmente é diferente da dos demais leitores.

Então de que lado você está? Gostou do final de Monster, odiou ou achou que tem um gostinho de tanto faz? E qual foi a sua interpretação da cama vazia? Comente aí.

Até que enfim tivemos o final de Monster, mas e […]

21 thoughts on “Então, e o final de Monster?”

  1. Foi um final justo. O vilão perde o jogo (mostra que nem todo plano dá certo, por mais bem elaborado que ele possa ser).

  2. Lembrando que a vontade do Johan não era somente apagar sua existência, mas também criar um monstro dentro de cada personagem. Quando ele pede pro Tenma atirar nele, é como se ele transformasse aquele médico com sérios princípios em um assassino (o que não aconteceu, já que o plano falhou).

  3. Iohan foi a maior decepção em vilão de todos os tempos. Me fez ter profunda raiva do personagem no final… mas talvez isso tenha passado.
    O por quê disso?
    Porque ele é uma farsa.

    A cena final no hospital é interpretativa, o autor não diz nem mostra o que aconteceu, é interpretativo. O Iohan pode ter morrido ou não, pode ter permanecido desacordado ou não. Penso que a cama fazia é apenas para você leitor torcer para ele ter sobrevivido e ter ido em busca de uma nova vida depois da “morte” dele.

    Afinal, por que eu fiquei decepcionado com o Iohan como vilão?
    Foi porque ele era um mostro desumano, e no fim ver ele ter aquele faniquito extremamente humano ao perceber que tinha sido enganado, foi realmente algo que fez perder o respeito pelo personagem. Enganado como? Ter descoberto que ele sofreu lavagem cerebral para acreditar que algumas coisas que ele fez na infância na verdade foi a irmã dele que fez, se não me engano, e principalmente, isso principalmente, lembrar que a mãe dele escolheu ele para ser sacrificado. O Iohan via ela como o verdadeiro mostro, e por causa disso, dessa tentativa de “assassinato” pela própria mãe, que ele fez tudo que fez.
    Agora para você para pensar. Depois de tudo que ele fez, depois de todas as pessoas que ele usou e destruiu, depois de ser tão fascinado com as coisas ruins e violentas que as pessoas são capazes de fazer, ele descobre que ele também, como ser humano, foi vítima disso, ele faz escândalo? Fica chocado e perde a vontade de viver, porque a mamãe decepcionou ele? Todo o mundo pode sofrer menos ele? Decepcionante…

    1. Pra mim isso foi mais uma característica que prova ainda mais a escrotidão dele: hipocrisia. Achei interessante no final das contas hehe.

    2. mais o final foi basicamente mostrar isso… até mesmo pra o maior monstro do mundo outros monstros existem… johan finalmente teve alguma coisa… tenma disse que ele tinha um nome e sua duvida era saber quem sua mãe escolheu… foi por isso que ele começou tudo.. ele não era johahn.. ele era nada… e a reflexão do anime foi toda por base disso… alias no final nn acho que ele fez escandalo ou algo do tipo… ele sabe o que ele fez… por isso ele queria que o tenma visse o fim do mundo também.. e ele queria morrer. no fim de tudo acredito que ou ele finalmente morreu com um nome ou ele foi atrás da mãe dele.

  4. Falo mesmo: ODIEI O FINAL!!!
    Também não farei textão. O autor enrolou demais a história. Poderia tê-la condensado em 12 volumes ou até menos, fazendo uma história mais fechada e com menos personagens. Não me venham com a desculpa padrão da pressão da editora pra continuar a publicação, que isso não é subterfúgio pra enrolar a história como ele o fez…

    1. o final nn foi tão complexo ou ruim quanto falam… o nome do episódio é: o verdadeiro monstro. a história caminhou pra essa reflexão e o ultimo plot twist foi mostrar porque johan fez o que fez… antes tudo parecia ser culpa do bonaparta. porém não foi. ele fez tudo por uma unica duvida… por achar que sua mãe tentou rejeitar ele… ele não se sentiu triste ou feliz… se sentiu vazio… sem um nome e sem amor sem saber o que era ou quem era… isso o tornou um monstro. além do mais o que a história enrolou??? ela foi brilhante. até o episodio do baby que parecia nada haver com nada teve pelo menos uns 3 plot twists.

  5. Meu deus, não sabia que teve gente que odiou o final de Monster por esse motivos aí dos comentários. Vcs precisam melhorar gente, isso n é filme americano, nem sempre o personagem faz o q vc espera dele.

    Achei o último volume muito bom, e a parte em que ele destrói a cidade achei que foi por dois motivos: primeiro pelo que ele mesmo disse, pra apagar a existência dele, matando todos que o conheciam; mas, principalmente para acabar com o refúgio final do criador do monstro, porque ele não merecia viver em paz depois do que causou.
    Já o final final, prefiro acreditar que ele foi atrás da mãe. (Aliás, ela estar viva foi uma das coias que mais me surpreendeu nesse volume). Porquê não consigo aceitar a hipótese dele ter tentado começar uma nova vida, isso seria impossível pro Johan, e também prefiro não acreditar que ele vá começar tudo de novo (isso seria muuito chato).

    O mal de um final aberto é esse: ninguém sabe o que realmente aconteceu só o Urasawa, e talvez nem ele. Eu gosto de finais abertos, por mais que eles sejam meio irritantes as vezes.

  6. Quando vi o anime, há longínquos 5 anos, eu tive a reação geral da galera de decepção, exatamente pelo hype criado pelo próprio mistério da trama.
    Mas revisitando a obra pelo mangá, percebi que o mistério do Johan é apenas uma das camadas da série, ela é um grande estudo sobre o monstro que vive dentro de cada um daqueles personagens, e sobre o quão importante é a sua identidade.

    Ainda assim, o desfecho não deixa de ser coerente, Tenma impede que o monstro dele o domine, e Johan é atingido num momento mega anticlimático, mas num bom sentido, pois nem tudo está sob o controle dele, e até um pai bêbado e violento pode se livrar do seu “monstro” para salva a vida de seu filho.

    Sobre o final aberto, interpreto que o Tenma sabe a resposta da pergunta, e que ela não é boa, por isso tem pesadelo de imaginar o que pode acontecer caso um dia o Johan descubra. Mas no fim das contas, o rapaz se recuperou e foi ele mesmo descobrir a resposta com sua mãe. Se ela o protegeu, Johan terá sua paz, se sua mãe se enganou… bem, o monstro voltará.

  7. Eu não achei o final ruim ou decepcionante, mas fiquei com a impressão que demorou demais. Talvez o mesmo final com alguns volumes a menos teria soado diferente. Aliais, me parece que 20th Century Boys sofreu do mesmo problema, acho que as vezes Naoki Urasaya da voltas demais com seus mangás. Justamente por ser mais “enxuto” tenho Pluto como minha obra favorita do autor, espero que a Panini traga ele agora.

    Quanto ao Monster do titulo, não sei se era essa a intenção autoral desde o principio ou se não quando passou a ser, só que no final esse monstro não era exatamente o Johan. Pelo menos pra mim parece que o autor quis passar a mensagem que isso é algo muito mais intrínseco a própria natureza humana (tanto que ao longo da historia da pra perceber que existe um monstro dentro de cada um daqueles personagens, inclusive da mãe), do que uma entidade demoníaca que existe externamente e precisa ser exterminada.

    Acabou se tornando uma historia sobre redenção, e minha parte favorita no finalzinho do mangá foi quando o Tenma acabou tendo que salvar o Johan de novo, e o que deixou um gostinho meio amargo na boca foi aquela ultima pagina com a cama vazia.

    Até gosto de finais abertos, mas este em especial não me deixou muito satisfeito. Como se ele estivesse falando “Se você quiser pensar que o Johan foi se encontrar com a mãe dele para se vingar tudo bem, se quiser pensar que ele conseguiu de alguma forma a redenção com ela tudo bem também, ou ainda se quiser acreditar que ele morreu ta certo, pode escolher o que você quiser!”, porra não fode cara! Termina de me contar o que acontece de uma vez!

    Mas eu gostei muito, é um puta de um quadrinho, merece todo o reconhecimento que tem.

  8. Quando terminei a história, acreditei piamente que o Johan havia se matado. Um amigo meu disse que ele, muito provavelmente, iria começar a tocar o terror novamente. Após curto período de reflexão, percebi que as duas possibilidades são igualmente plausíveis. Ao menos na minha visão do personagem e da trama. Ao acompanhar os atuais comentários, vi outra interpretação que não havia percebido antes. A possibilidade do Johan procurar sua mãe. Também acho plausível. Não sei se ele irá matá-la quando descobrir a verdade ou sair vagando pelo mundo. Não me parece que possa simplesmente tentar levar uma vida “normal”. Apesar de tudo, quero acreditar que ele se matou. Que tirou a própria vida ao notar que foi salvo, novamente, por Tenma, ao descobrir o que a mãe fez. O final não me agradou muito pois prefiro finais fechados. Mas, de modo algum, a conclusão da história destruiu ou manchou a obra como um todo.
    Também acho que o Urasawa poderia enrolar menos. ehahahueahuae

  9. Gostei muito do mangá e o recomendo a todos. Mas também não gostei do final. Esperava mais do fim, pois foi criada uma grande expectativa ao longo da história. O final interpretativo foi um pouco decepcionante para mim. De qualquer modo, a história em si é muito boa. Também acompanho 20th Century Boys e torço para que lancem Pluto no Brasil.

  10. Acabei de ler o final.

    Pra mim, muitas coisas ficam interpretativas, mas algumas são certeza: Johan é sim o Monster do titulo.

    Não fica explicito que tipo de monstro se refere, se pela sua maldade, ou algo sobrenatural propriamente dito, apesar de nada indicar diretamente isso.

    Recapitulem: Johan estava matando pessoas desde sua infancia, por arma de fogo ou doces envenenados (que não foram explicados como pararam nas maos de uma criança). Johan sabia coisas de alguns personagens de representação INTIMA, que só os mesmos sabiam, como se entrasse na mente deles (Diferente da cena do roberto nos capitulos finais, de um personagem que foi investigado)

    Mais de um personagem o viu como monstro. Podemos questionar a sanidade de alguns, como o bebado, mas e o bandido que o Tenma cuidava nos capitulos iniciais? Ele fugia de um monstro literalmente.
    Outros psicopatas o descrevem como monstro, alien, vampiro e reais. Eram pessoas meio loucas, mas que não viam johan, mesmo como criança, como alguem “normal”.

    E no final, fica claro que mesmo a mãe dele o via como monstro. Quem é o monstro? E isso antes dele passar por todos os acontecimentos e experimentos que o tornariam o que ele vem a ser no final. Dos dois, ela entregaria o Johan.

    Quando eu comecei a ler o manga, após ler a sinopse, eu pensei que acompanharia a historia do anti-cristo. Não houve nenhuma menção a isso no manga e descartei logo no inicio a possibilidade, mas chegando ao final, nessa linha margem de interpretação sobre O que é johan? Quem é o monstro? Eu ficaria com essa resposta.

    Sobre ele ter levantado e saido pra tocar terror. Acho que ele morreu e o que Tenma viu foi um fantasma ou alucinação. Johan vai viver nas lembranças dessas pessoas e ele será esses questionamentos ruins. Foi tenma que concluiu sozinho “Será que ela quis descartas um filho e proteger outro? Ela seria o monstro?” E percebeu isso quando foi visitar Johan após dizer “Ela os amava”, será mesmo que amava os dois?

    1. “E no final, fica claro que mesmo a mãe dele o via como monstro. Quem é o
      monstro? E isso antes dele passar por todos os acontecimentos e
      experimentos que o tornariam o que ele vem a ser no final. Dos dois, ela
      entregaria o Johan.”
      Quando ela se pergunta quem é o monstro, ela está se comparando ao Poppe e não fazendo menção ao Johan.

  11. Puta final bosta mano!! Senhor Grimmer Morreu,pra mim ver aquela Cama Vazia ??!! Morram !!! Que Lixo !! Final porcaria,Digno de quem é retardado,tudo mundo queria q Tenha Pisa-se da cabeça de Johan até ele esganar até a Morte!! Maldito !! Tirando a Revolta é o 2° Melhor MANGA JÁ FEITO PELO HOMEM !!!
    ( sendo o 1° Berserk,sem mais )
    Mas merece todo reconhecimento !
    Top Monster !!

  12. Achei tanto o final como toda a trama muito bem feitos.
    cada personagem é importante pra estória, nao é o autor enrolando! pois o monstro nao é o johan e sim todos nos, o monstro reside dentro de nos.
    o fato de johan ter mudado o objetivo é algo q fica a critério pessoal, pq ele nunca falou qual era seu objetivo, nos é q dedusimos baseados em outros personagens e faz sentido sim o suicidio perfeito por causa do que a nina falou pra ele alem do q ele descobriu sobre seu passado, pra mim ele se sentiu uma farsa e acreditou q o monstro era o poppe, entao além de desaparecer, pq ele nunca existiu de verdade, ele precisava acabar com a alegria do poppe na cidadezinha dele.
    já o final com ele desaparecendo na cama é outra parte para interpretaçoes, pode-se pensar q ele morreu ou q fugiu e foi atras da mae para talvez concluir q ela era um monstro também ou sei lá, mas eu acho q essa cena serve para nos mostrar a nao existencia dele, o fato de ele ser um personagem ficticio, oq é revelado no final, uma existencia ficticia de uma pessoa real.

  13. Não fica explicito que tipo de monstro se refere, se pela sua maldade, ou algo sobrenatural propriamente dito, apesar de nada indicar diretamente isso.

    Recapitulem: Johan estava matando pessoas desde sua infancia, por arma de fogo ou doces envenenados (que não foram explicados como pararam nas maos de uma criança). Johan sabia coisas de alguns personagens de representação INTIMA, que só os mesmos sabiam, como se entrasse na mente deles (Diferente da cena do roberto nos capitulos finais, de um personagem que foi investigado)

    Mais de um personagem o viu como monstro. Podemos questionar a sanidade de alguns, como o bebado, mas e o bandido que o Tenma cuidava nos capitulos iniciais? Ele fugia de um monstro literalmente.
    Outros psicopatas o descrevem como monstro, alien, vampiro e reais. Eram pessoas meio loucas, mas que não viam johan, mesmo como criança, como alguem “normal”.

    Muito interessante. Das interpretações aqui foi a que mais gostei ^^

  14. Final interpretativo, porém com base para imaginação!
    Achei sensacional, está entre os três melhores animes em que assisti. Um roteiro totalmente ligado do início ao fim!!

    “_ Eu sou Johann….e o que farei agora?!!”
    “_ Matar o verdadeiro monstro!”

    Para Johann o verdadeiro monstro era a mãe, pq esse plano que ele sempre falou antes mesmo em ir ao orfanato era matar sua mãe por ter raiva em sua preferência em alguns dos filhos. Tanto é que ele fala para o Kenzo:

    “Para você todas as vidas tem o mesmo valor….Mas você percebeu que só se tem o mesmo valor é na morte.”

    Onde ele se referiu à sua mãe, em que sempre existirá uma vida que terá mais valor que a outra, isso é uma visão e uma escolha.

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