Safras da Shonen JUMP: 2012

Conheça os mangas que entraram e saíram da SHONEN JUMP no ano de 2012!

“As árvores que demoram a crescer possuem a melhor fruta.”

Moliere

Bem-vindos às noites de segunda-feira do Gyabbo!, onde os bizarros são normais!

No POST da segunda-feira retrasada expliquei para vocês como a revista de quadrinhos mais vendida do mundo, SHONEN JUMP, faz as estreias e os cancelamentos de novas séries: por safras. Cinco vezes por ano, frutinhas verdes brotam lindas e viçosas enquanto os frutos que apodreceram no pé são descartados.

Neste post eu irei comentar sobre as séries que foram lançadas e canceladas no período de 2012. Não vou falar muito dos rankings em si, pois não interessa saber que, pela quingentésima sexagésima vez, One Piece ficou em primeiro lugar. O que interessa é quem saiu e quem entrou na revista no período. Se eu esquecer de mencionar alguma série que estreou ou foi cancelada em 2012, por favor me corrijam. Vamos lá.

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Ano de 2012

No ano anterior, a JUMP parecia cheia de otimismo, tanto que logo na primeira safra colocou na roda quatro novas séries. Porém, nenhuma delas resistiu por muito tempo. E isto estava começando a se tornar um hábito.

Pouquíssimos novatos estavam conseguindo segurar a peteca por mais de alguns meses e mesmo as que conseguiam mantinham-se como sucessos medianos. Isto é ruim pois quando falamos na SHONEN JUMP, um título que vende cem mil exemplares por volume não é sucesso… é simplesmente bem-sucedido. A revista precisa de títulos que vendam na casa dos milhões para se manter como a rainha do Japão. Isto apenas Naruto e One Piece conseguiam fazer – Bleach já anda mal das pernas há um tempão.

Vamos ver o que tivemos de bom e ruim neste ano.

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Estreias: Haikyuu! e Pajama na Kanojo

Cancelados: Kagami no Kuni no Harisugawa

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Haikyuu! É uma série de esportes, mais especificamente de vôlei masculino. Criada por Haruichi Furudate, novato que já havia tentando emplacar na JUMP com a série Kiben Gakuha, Yotsuya Senpai no Kaidan – que era uma série de terror bem interessante, mas um pouco mal desenvolvida (senti quando ela acabou).

Neste novo título, Hinata Shouyou, o protagonista, é um baixinho que quer jogar vôlei, um esporte onde altura é importante (e olha que ele é baixinho no Japão, então em outros países ele seria um anão). No entanto ele tem a sorte de entrar num time onde há outras estrelas, como Kageyama Tobio – seu antigo rival dos tempos de ginásio. Juntos eles irão conquistar os campeonatos de colégio, num esquema bem semelhante à maioria dos mangas de esporte.

A série perdura até hoje com rankings bons na revista e vendas impressionantes. Ganhou até mesmo um anime este ano, o que ajudou a elevar sua popularidade. Pelo visto ela ainda deve durar uns aninhos. Outra característica é que seus garotos bonitos têm chamado bastante a atenção das fujoshis (tal qual Slam Dunk, Kuroko no Basquet, Free! e outros). Isso, por si só, já cria um público cativo que permite uma maior longevidade para série.

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Pajama na Kanojo era uma série ecchi, com pitadas de romance e sobrenatural, criada por Kosuke Hamada. Conta a história de Keisuke e Makura, amigos de infância que cresceram juntos quase como irmãos. Um dia, devido a um mal-entendido que eles tiveram, Makura deixou a casa com raiva até que Keisuke vai procurá-la. Ele terminou em um lugar que costumava ir muitas vezes, um campo de girassóis. Makura estava lá e desmaia, começando a flutuar no ar.

Durou a mesma coisa que a sua série-irmã, Kagami no Kuni no Harisugaw: menos de trinta capítulos que totalizaram três volumes. O autor, atualmente, decidiu migrar para o ramo do seinen.

kagami-no-kuni-no-harisugawa-2704721 Kagami no Kuni no Harisugawa (ou Harisugawa in Mirror World ou ainda Looking Glass) era uma série de gênero ecchi, romance, slice of life e sobrenatural. Em resumo: calcinhas, situações bonitinhas e um pouco de aventura, criada por Kanou Yasuhiro. O protagonista era Harisugawa Tetsu, um garoto apaixonado pela amiga de infância Mao, uma jovem que, numa dia fatídico, comprou um espelho misterioso e mágico. O artefato prende as pessoas dentro dele e, assim, os dois lutam para sair de dentro do mundo misterioso onde foram parar.

Esta série durou 29 capítulos e não agradou. Algumas das reclamações mais frequentes era ser “mais do mesmo”. Ninguém sentiu muita falta do título. Nem do autor, que continua tentando emplacar outros sucessos em outras revistas da Shueisha.

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Estreias: Koisome Momiji, PSI Kusuo Saiki e Sensei no Bulge

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Encerrados:  Nurarihyon no Mago e Bakuman

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Criado por Tsugirou Sakamoto e Tadahiro Miura, Koisome Momiji foi outro ecchi que naufragou. A história gira em torno de uma lenda urbana japonesa: se você encontrar uma folha de bordo com oito pontas, você vai encontrar o amor eterno. A popular idol escolar, Mizuhara sana, está agora fazendo uma peça sobre essa lenda e o personagem principal da história, por sua vez tem uma queda por ela.

Apesar do enredo ser bem interessante, não foi bem desenvolvido e não pôde se sustentar por muito tempo. Durou quatro volumes.

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PSI Kusuo Saiki (ou Saiki Kusuo no Ψ Nan) é um manga de comédia criado por Shuuichi Asou. Conta a história de Saiki Kusuo, um rapaz que tem uma grande variedade de superpoderes ao seu comando, incluindo telepatia e telecinese. Isto pode parecer incrível, mas nem sempre estes poderes funcionam direito. E, apesar de tudo, ele tenta viver uma vida normal.

O enredo é simples e bem funcional, sobretudo para uma obra que tem por objetivo oferecer uma leitura leve. O título continua vivo e vibrante na Shonen Jump, mesmo não sendo um grande sucesso parece que seu tempo de vida ainda vai longe. Dos títulos de comédia da revista é o que está mais bem posicionado (abaixo apenas de Gintama e, às vezes, superior a ele).

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Sensei no Bulge, ou ainda Barrage, foi criado por Kouhei Horikoshi. Ainda vamos falar deste autor quando chegarmos na safra de 2014, mas, por enquanto, vamos nos ater a este título: Fala do planeta Industria (sim, este é o nome sem tradução!), um local que passa a ser alvo de aliens. Eles disputam o comando do planeta e guerras e batalhas são travadas para comandar cada ponto do lugar. No meio disto tudo um garoto chamado Astro é o responsável por cuidar de um grupo de crianças órfãs e será jogado de cabeça neste turbilhão.

O que falar deste título? Foi um grande fracasso! Teve apenas 16 capítulos, mal completando dois volumes. Mas o autor não se deixaria abater por isto e ainda voltaria… aguardem!

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ST&RS foi criado por Takeuchi Ryousuke e Miyokawa Masaru. Obra sci-fi de ação e aventura. No ano de 2019 a humanidade recebeu um sinal de alienígenas que marcaram um encontro com os humanos em Marte, na data de 07 de julho de 2035. Assim começou a criação de uma agência espacial representando a Terra como um todo chamado ST & RS. A Academia Espaço foi criada para treinar a próxima geração de ST & RS e Shirafune Maho é um dos garotos escolhidos.

Esta série durou corajosos cinco volumes. Quando penso nela, acredito que poderia ter dado mais certo se fosse focada em ficção científica “hard” – mesmo com o lance dos alienígenas e tudo. Eu achava bacana. O título deixou saudades.

Agora vamos falar de duas séries que não foram canceladas, mas sim encerradas:

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Bakuman, desenhada por Takeshi Obata e escrita por Tsugumi Ohba. A série tentava abordar de forma semi-realista o dia-adia de mangakas da JUMP: os primeiro passos, os primeiros tropeços, a serialização, mais tropeços e, por fim, a glória: um manga com um anime.

Ah, Bakuman! O que posso falar desta série? Bem, em primeiro lugar os fatos: a série foi um sucesso. Não tão grande quanto a outra série da dupla Ohba e Obata, Death Note, mas ainda sim um sucesso. E certamente fez o número de adolescentes batendo na porta da JUMP com um calhamaço de folhas rabiscadas na mão aumentar – o que eu imaginava que era o objetivo dos autores desde o início.

Agora, de minha parte, digo que no princípio esta série era o meu manga favorito de todos os tempos. Mas algumas coisas começaram a me despertar desconfiança e ela se tornou apenas um dos meus mangas favoritos. Depois outras coisas me fizeram ter raiva da série e passei a odiá-la. Depois voltei a ler e por fim se tornou uma série que, para mim, é indiferente.

Até os maiores fãs admitem que não dá para levar Bakuman tão a sério. Principalmente porque os personagens praticamente já começaram do alto, já ganhando logo de cara um estúdio de manga todo equipado ou já nascendo “gênios”. Nenhum dos personagens principais sofria com falta de dinheiro, por exemplo, (algo muito comum até para mangakas que já estão na estrada há algum tempo) e os poucos que passavam por este mal o sofreram por poucos dias – sempre havia uma mão amiga para auxiliá-los, algo que nem sempre existe no mundo real.

Um coisa que realmente me incomodou no manga foi a postura de descriminalização do karoshi: morte por excesso de trabalho, da qual o tio do personagem Mashiro passou e ele próprio quase foi vítima. Segundo Mashiro, se ele morresse de tanta trabalhar seria por “escolha dele”. Não acho que as famílias que tiveram parentes que morreram de karoshi (algo que não é incomum no Japão) iriam gostar de ouvir isto. Ah, sim! A dedicação nível lavagem cerebral do protagonista em ser um mangaka de sucesso e ter um anime para se casar com a mocinha sem-sal também era bem irritante.

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Nurarihyon no Mago também foi outra série encerrada – acabou quanto tinha que acabar. A história tinha elementos sobrenaturais do folclore do Japão, como youkais, onis e outros bichos. Criado por Hiroshi Shiibashi, contava a história de Rikuo Nura, um jovem humano que é 1/4 Youkai. Para evitar se transformar num demônio, ele tenta praticar boas ações. Mas seu avô quer que ele o suceda-o como mestre do clã Youkai Nura.

Esta série foi um dos grandes sucessos da JUMP no início desta década e muitos acreditavam que seria um dos grandes pilares da revista. Pena que não foi bem assim. Vendeu bem, mas não o suficiente para alcançar Naruto ou One Piece. Sem falar que seu anime – um item vital para fazer uma série explodir – foi considerado um tanto insosso.

Além disso, seu enredo não estava preparado para aguentar a longevidade necessária para se tornar um arrasa-quarteirão. Encerrou-se com 25 volumes e foi muito bem durante todo o seu percurso – sem falar que se destacava por ter uma das artes mais lindas da revista. O autor ainda tentaria outra volta, mas dela falamos em outro post.

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Estreias: Ansatsu Kyoushitsu e Takamagahara

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Ansatsu Kyoushitsu, também conhecido como Assassination Classroom, é um manga criado por Yuusei Matsui que conta com um enredo pitoresco: um alien poderoso destruiu metade da Lua (fazendo-a ter um aspecto perene de lua minguante) e ele também destruirá a Terra dentro de um ano. A única forma de impedir isto é se ele, antes de findar esta data, for assassinado por um dos alunos da classe 3-E da escola Kunugigaoka onde ele (pasmem!) decide começar a dar aulas.

Vou começar falando das vendas: o primeiro volume de Ansatsu Kyoushitsu vendeu, apenas na primeira semana, 350 mil cópias! O segundo volume, neste mesmo período de tempo, vendeu 800 mil! O sucesso desta série é sem precedentes na JUMP! Criada por Yuusei Matsui, autor de outro razoável sucesso, Majin Tantei Nougami Neuro (ou Neuro: Supernatural Detective), que já tinha sido publicado na Shonen Jump entre 2005 a 2009. A pequena fama que o autor já tinha, naturalmente, contribuiu para alavancar Assassination Classroom, mas mesmo assim ainda é um feito inédito para uma série estreante!

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Takamagahara era uma série de ação, comédia e sobrenatural, criada por Kawai Juuzou. O nome vem da mitologia japonesa e seria um local místico semelhante ao Paraíso – no alto do Monte Fuji. O enredo gira em torno de Yamada Yamato (nome mais japonês que este, impossível), um garoto que vive com seus cinco irmãos, conhecidos como os irmãos Yamada. Eles são famosos por serem parte de uma família que tenta ficar cada vez mais forte. Yamato, porém, não liga para tal obsessão por força, mas um dia libera um misterioso poder que possui ligação com o sangue de deuses ao enfrentar um delinquente de sua escola.

Foi outro fracasso retumbante com apenas 17 capítulos. A arte era ruim e a história não convencia. Muitos não conseguem nem entender como foi serializado na JUMP depois de ficar em último lugar da última Golden Future Cup. Bora para o próximo?

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Magico foi criado por Naoki Iwamoto e conta a história de Emma, uma garota de 16 anos que foi mantida prisioneira por toda a vida. Ao chegar na cidade de Hawk Eye, todos apaixonam-se perdidamente por ela. Quando está prestes a ser forçada a se casar, é salva por um feiticeiro chamado Shion, um dos mais jovens e mais talentosos do país. Shion explica a Emma que ela é amaldiçoada com o Ekidona, uma misteriosa magia que acontece a cada 500 anos – quando uma menina nasce com o coração repleto de magia negra tão poderosa que tem o potencial de destruir o mundo. Shion explica a ela que com tal poder pessoas vão tentar caçá-la para obter o seu coração e o poder de conquistar o mundo.

Eis um exemplo de série muito querida que acabou sendo cancelada. Magico só recebia elogios por onde passava, mas encerrou-se mais depressa do que muitos gostariam depois de uma repentina queda na qualidade. Durou oito volumes, uma marca razoável para um artista estreante.

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Estreias: Cross Manage e Retsu!! Date-Senpai

Cancelados: Pajama na Kanojo e Sensei no Bulge

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Cross Manage foi criado pelo autor Kaito, outro novato e falava de um dos esportes mais estranhos, o Lacrosse. De origem americana, é jogado com uma bola de metal pequena e um bastão de cabo longo chamado de crosse ou taco de lacrosse. A cabeça do taco é amarrada com malhas soltas, projetado para capturar e segurar a bola. Ofensivamente, o objetivo do jogo é marcar, atirando a bola na baliza do adversário. Conta a história de Sakurai que é o treinador do time feminino de lacrosse do colégio – puxa, os japoneses realmente possuem “clubes” para tudo!

A série durou cinco volumes, resistindo o quanto podia. Apesar da boa arte e do esporte diferente, a falta de sal no roteiro não ajudou. Porém, o autor conseguiu alguns fãs e é outro que muitos esperam que volte à revista.

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Retsu!! Date-Senpai foi criada por Shinsuke Kondou. Esta serie foi um fracasso tão grande que é difícil até achar informações sobre o que ela era! Obviamente alguma coisa a ver com o Japão feudal e uns inimigos que tinham uns queixos em forma de gônodas masculinas…

O autor ainda retornaria em 2014, mas falamos disto mais para frente.

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Estreias: Hungry Joker, Shinmai Fukei Kiruko-san! e Shokugeki no Soma

Cancelados: Takamagahara, Koisome Momiji

Encerrado: Katekyo Hitman Reborn!

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Hungry Joker por Tabata Yuuki já chegou por cima! Oriundo de um dos one-shots mais elogiados da JUMP, esta série estava sendo considerada o “novo pilar” da revista! O enredo era um dos mais interessantes: Num futuro próximo, um vírus misterioso trouxe a humanidade à beira da extinção. Porém um menino chamado Haijaru aparece em uma cidade e, junto com uma garota chamada Alice, tenta salvar a todos utilizando um estranho poder chamado de Eureka, materializado na forma de alguns objetos icônicos, como o Martelo de Pitágoras e a Maçã de Newton.

Infelizmente, o favorito da casa estreou em décimo primeiro lugar. Poderia até ter melhorado e segurado a peteca neste rank que talvez estivesse a salvo, mas não conseguiu. Acabou no ano seguinte com três volumes. O cancelamento desta série causou muita pena aos fãs. Era um conceito interessante que foi bem mal aproveitado. Muitos estão implorando para que o autor volte.

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Shinmai Fukei Kiruko-san! ou ainda Rookie Policewoman Kiruko-San foi criado por Masahiro Hirakata. Tratava-se de um gag mangá de ação, onde uma misteriosa policial novata entra para um grupo de policiais que não dão nada para ela. A moça é atrapalhada e um tanto abilolada, mas logo descobrem que ela tem algo a mais, um poder sinistro que faz dela uma das policiais mais letais do grupo.

Lembro que quando esta série estreou, achei-a chata. Mas sim, ela teve fãs e o fim de Kiruko-San entristeceu alguns. Estreou com o ridículo rank décimo terceiro e dificilmente saia das últimas cinco posições, indicando que realmente não estava lá para fazer sucesso. Foi divertido enquanto durou.

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Shokugeki no Soma conta a história de Soma Yukihira, cujo sonho é se tornar um chef em tempo integral no restaurante de seu pai. Mas, assim que Soma se gradua no ensino médio, seu pai fecha o restaurante para cozinhar na América. No entanto, o espírito de luta da Soma é reacendido por um desafio: formar-se em uma escola de culinária da elite, onde menos de 10% dos estudantes se graduam. A obra é uma criação de Yuuto Tsukuda e ilustrada por Shun Saeki. Também conta com o apoio intelectual de Yuki Morisaki, uma chef japonesa. Trata-se de um mangá de culinária (!) que misturava elementos de ecchi (!!) e battle shonen (!!!). Quando foi anunciado na JUMP, todo mundo torceu o nariz, sobretudo os fãs ocidentais da revista. Comida e calcinha? Com isso vai vingar?!

O sucesso que esta série fez foi, de certo modo, inesperado. Mas quando paramos para pensar no time bem orquestrado de bom roteirista, bom desenhista e boa consultora culinária, o difícil é não fazer sucesso. Souma ganhou recentemente um anime a estrear no ano que vem e muitos acreditam que a série vai realmente decolar agora!

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Katekyo Hitman Reborn! Este foi outro que terminou, não foi cancelado. Criado por Akira Amano, era uma série de ação e comédia. Conta a história de Sawada Tsunayoshi, conhecido na sua escola como o “bom-em-nada-Tsuna” pois é uma negação nos estudos e nos esportes. O garoto está em seu primeiro ano no colegial e é apaixonado por sua colega de classe: Sasagawa Kyoko. Certo dia Tsuna recebe um estranho bebê chamado Reborn que se auto intitula um hitman e diz ser seu professor particular para que ele se torne o próximo líder da Família Vongola, uma poderosa família da máfia Italiana.

A série foi longa, durou 42 volumes, teve anime e OVA. Um sucesso! Ao menos a saga terminou dignamente e muitos estão à espera da nova obra de Amano-sensei.

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E terminamos aqui os comentários sobre a “colheita” e o “descarte” de 2012. Ao todo, das doze séries estreantes, três continuam vivas até hoje (Haikyuu!, Assassination Classroom e Shokugeki no Soma), cinco não vingaram (Pajama na Kanojo, Koisome Momiji, Hungry Joker e Shinmai Fukei Kiruko-san! e Cross Manage ) e três foram fracassos retumbantes, com menos de 20 capítulos (Sensei no Bulge, Takamagahara e Retsu!! Date-Senpai).

Tivemos também o final de três hits: Nurarihyon no Mago, Bakuman e Katekyo Hitman Reborn!.

Ao todo, foi um ano bem produtivo e cheio de novidades e cancelamentos! E o ano de 2013? O que aconteceu? Isto vocês só vão saber no próximo post!

Até lá!

Conheça os mangas que entraram e saíram da SHONEN JUMP […]