Dragon Ball Evolution

Olá a todos! Comeram muitos chocolates nessa Páscoa? Como passei o dia ocupado, seja almoçando com a família, vendo meu Flamengo ir pra final do Campeonato Carioca ou trabalhando em uma Jornada de Psicologia do trabalho, não tive tempo colocar o post mais cedo.

Hoje, apesar de todo mundo já ter comentado algo, por ser um grande fã de Dragon Ball, sendo meu anime/manga favorito, quero falar do filme Dragon Ball Evolution que estreiou esta quinta no Brasil.

Mas antes de tudo…

Feliz Páscoa atrasada!

E finalmente Dragon Ball Evolution estreiou. Não que eu estivesse em uma expectativa gigante por esse filme, afinal, pelas imagens, informações e traillers que já havia visto, era de se esperar uma grande bomba. Mas a curiosidade era grande, não é todo dia que adaptam seu anime favorito (que o diga o pobre Leo do blog Mithril, já que anunciaram uma possível adaptação da franquia Full Metal Panic! com o ator Zac Efron). Fui ao cinema com uma idéia fixa: “Tente esquecer Dragon Ball, pense apensas em um filme de luta, aventura e efeitos especiais.”, mas nem isso deu certo.

DBE consegue decepcionar qualquer fã com menos de dois minutos em tela, por mais que alguém vá com a boa vontade de não queimar o filme antes de vê-lo, quando a primeira frase do filme é (mais ou menos) “Piccolo e seu braço direito… Ozharu”. Depois disso você perde qualquer esperança de alguma adaptação minimamente decente.

Mas esquecendo Dragon Ball, DBE tem alguma salvação? A verdade é que a primeira metade do filme não é tão ruim, segue um filme tipicamente americano, um Goku looser, Chichi popular, um piada aqui outra ali e só. Você até chega a pensar que valeria alugar o dvd, mas o problema ainda estar por vir.

A franquia Dragon Ball é conhecida por basicamente duas coisas; o humor simples de Dragon Ball e as lutas típicas de shounens da fase Z. De piadas o filme até vai, mas nada no estilo do mestre Toriyama, porém o problema mesmo está nas lutas. Afinal, por mais que a adaptação fosse ridícula, ver um filme live-action com boas cenas de ação e efeitos especiais exagerados é sempre bem-vindo para relaxar. Infelizmente as (poucas) lutas presentes são péssimas. O que deveria ser o clímax do filme, Piccolo X Goku, passa de forma tão rápida e tosca que você fica pensando no que aconteceu.

Concluindo, o filme é ruim. Só três coisas me fariam recomendar o filme para alguém:

1 – A curiosidade.

2 – As esferas do dragão que ficaram realmente bonitas.

3 – Jamie Chung, a atriz que faz Chichi

Sim, a personagem não tem muito a ver com a verdadeira Chichi, mas eu me apaixonei!

Felizmente, com a arredação MUITO fraca na América do Norte, acho difícil ter mais um filme.

PS: Essa quarta-feira devo fazer um post special para falar de outros animes da nova temporada que vi essa semana! Matta ne!

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