Houseki no Kuni – Primeiras Impressões

O Primeiro Episódio

Em um futuro distante, uma nova forma de vida imortal chamada de “houseki” (gems) povoa a terra. As housekis devem lutar contra os “tsukijin” (moon dwellers) que as atacam regularmente para sequestrá-las e transformá-las em decoração. Cada Gem possui um papel bem definido nessa nova sociedade, podendo ser uma hábil lutadora ou uma médica.

Tendo apenas 300 anos de idade, Phosphophyllite é a mais jovem das housekis e ainda não tem uma tarefa específica. Ela quer ajudar a lutar, mas é muito fraca e frágil para a batalha. Um dia, o mestre de housekis, Kongou (Adamantine), atribui-lhe a tarefa de criar uma enciclopédia de história natural e a partir disso ela vai percebendo que pode ajudar bem mais do que imagina.

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Nossas impressões

Wagner “Troca Equivalente”
Nota: 3,5 / (escala de 1 a 5)

Uma grata surpresa nessa temporada, não conhecia o mangá (que depois fui ver e tem um traço lindíssimo), então não sabia muito o que esperar. A trama parece caminhar para um slice of life com elementos de ficção científica, mas têm momentos de ação, com boas cenas de luta. No primeiro episódio entendemos um pouco como aquele mundo funciona e como é a relação entre as housekis, já que cada uma possui uma função e personalidade bem distinta da outra. Apesar de o foco maior ser na phos, a protagonista, outras housekis têm seus momentos de destaque e todas parecem bem interessantes. O que pode incomodar alguns é a animação ser toda em 3D, mas assim como já aconteceu com Kado algumas temporadas atrás, nesse também temos algo bem consistente tecnicamente. Peço para não deixar esse anime passar batido por ser em 3D, vocês irá se surpreender.

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