Katsugeki Touken Ranbu – Primeiras Impressões

O Primeiro Episódio

Horikawa Kunihiro e Izuminokami Kanesada são dois guerreiros invocados pelo espírito de armas lendárias que são enviados para o Japão do século XIX com o objetivo de impedir a ação dos Revisionistas do Tempo, um grupo “das trevas” que tem como objetivo alterar eventos do passado. Em uma missão que se mostra mais perigosa do que o previsto, o próprio responsável pelas invocações, Saniwa, aparece no campo de batalha e trás consigo um grupo de outros guerreiros para juntos com os protagonistas impedir que o passado seja mudado.

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Nossas impressões

Denys Gyabbo!

Nota: 3

 

 

 

 

Candidato-mor ao título de anime empolgação da temporada de verão 2017. A verdade é que esse primeiro episódio de Toranbu foi muito mais show-off que qualquer outra coisa, pouco preocupando em explicar a lógica das viagens temporais, as motivações dos inimigos, a natureza dos poderes ou qualquer coisa que o fosse. Justamente por isso o anime entregou ótimas primeiras impressões, alimentando expectativas em mim antes de qualquer falatório, erro que o estúdio ufotable já cometeu anteriormente.

Em seu espírito Toranbu lembra bastante Sengoku Basara, não apenas por sua ambientação inicial em um Japão histórico, mas principalmente pelos personagens descolados, todos cool com poderes extremamente exagerando derrotando hordas de inimigos em busca do mais forte. Seu único pecado, e sendo meticuloso aqui, é o uso do CG que, ainda que eficiente nas cenas de ação, quebra um pouco com o envolvimento com a tela.

Diogo Prado

Nota: 3

Vocês lembram de Esquadrão do Tempo? Pois é. Touken Ranbu é basicamente uma versão menos divertida daquilo lá. Não me levem a mal, mas além de achar o estilo de character design da ufotable (estúdio responsável pela série) bem meia boca, achei a história bem pouco empolgante. Certamente as cenas de ação agradam, é o ponto forte do estúdio e quem assistiu as adaptações da série fate que eles fizeram sabem bem do que estou falando, mas falta substância no roteiro. Soube que essa série é um spin-off de uma série que passou totalmente despercebida por mim ano passado. Talvez ela esperasse que nós já conhecêssemos como funcionam as coisas naquele universo, mas não acho que seja esse o caso.

Tudo que ficamos sabendo na história é que existe uma organização das trevas que está voltando no tempo para tentar alterar o passado e ganhar algo com isso enquanto uma outra organização, a dos nossos protagonistas, tenta impedi-los. A treta é que enquanto os caras maus conseguem enviar um monte de capanga pro passado, os bonzinhos só conseguem enviar dois por vez… bem… é isso que eles falam, mas do nada, na sequência final, vários “good guys” resolvem ser summonados para a batalha após a chegada do BIG BOSS do grupo. Não entendi nada.

É tudo muito bonito (tirando o character design), mas faltou substância. Pareceu tudo aleatório e/ou genérico demais pro meu gosto. Nada ofensivo, claro. Mas nada demais também. Fica ali… na média. E só.

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