Animes da Temporada de Primavera 2017 – PREVIEW – Parte 1

Em nossa missão de trazer o melhor conteúdo sobre animes para vocês, decidimos reunir todos os editores e colaboradores do Genkidama para elaborarmos um preview para a temporada de Primavera 2017. Cada um de nós escreveu um pequeno parágrafo para os animes que chamaram nossa atenção de uma forma ou de outra com as nossas expectativas.

Nos baseamos nos trailers, no character design, na sinopse, na equipe técnica, no estúdio, dentre outros, para tentarmos prever o que pode sair dos animes que estão por vir. Devido à sua natureza especulativa, essa série de posts não se propõe a definir se uma série será boa ou não, mas sim ajudar aqueles que ainda estão indecisos no que assistir ou estão apenas curiosos para saber no que nós apostaremos ou o que nós sugerimos como “para ficar de olho”.

Lembre-se que tentamos falar da maior parte dos animes que estrearão nessa temporada, mas visite o nosso Guia da Temporada de Primavera 2017 para conferir todas as estreias, com sinópses, videos, informações técnicas e muito mais.


Alice to Zouroku

Denys: Baseado em um manga seinen de sete volumes até o momento ganhador de prêmios, Alice to Zouroku parece ser o bom equilíbrio entre o slice of life, o mistério e o drama, uma combinação que com certeza me chama para assistir, o que só aumenta ao verificar que será dirigido por Katsuhi Sakurabi, o mesmo que imprimiu um ótimo ritmo na adaptação de Flying Witch.

Diogo: O character design foi o que mais me agradou nesse anime. Além disso, ele parece que terá um bom equilíbrio entre comédia e drama, o que pode deixar nossos corações apertados em diversos momentos. Devo assistir.

Leo Kitsune: Gosto do character design, gosto da música do trailer, gosto do conceito. Parece ser aquela velha história das “pessoas muito diferentes que se ajudam a crescer” e, bom, isso é legal. Não sei se consigo assistir, mas me interessou.

Wagner: Se tem algo que me apetece em animes é um bom design de personagens (sim, sou desses). Pelo trailer esse anime se encaixa nesse quesito, gostei bastante do visual e a história de “jovens que podem tornar coisas que imaginam realidade” também me agrada. Deve acabar se tornando um anime bobinho, aqueles bons pra desconstrair, vamos ver.

Karol: É uma história com uma temática batida já, mas o character design está bem fiel ao mangá que se originou e o trailer me passou um clima muito aconchegante e sútil. Se seguirem esse linha, será uma ótima opção para aqueles que buscam um anime como distração.

Lívia: Desperta um certo interesse pela dupla de personagens principais, uma garota e um senhor idoso, algo bem diferente da esmagadora maioria dos animes mais recentes. Por outro lado, a premissa tenta vender uma história bem dramática e séria mas o trailer parece ser de um slice of life, o que é bem estranho.

Leo Kusanagi: Quando mais novo, sempre que o J.C.STAFF (que eu insistia em falar GêCê) lançava algo eu adorava. Zero no Tsukaima foi o primeiro anime que vi simultâneamente com o Japão e lembro que naquela época o estúdio era um dos meus preferidos. Muita gente fala que o J.C. é um estúdio mediano que aposta no certo, ou seja, no fanservice, pra fazer com que as séries tenham sucesso. Pode ser? Pode, mas os animes no geral são assim mesmo… Quanto à Alice, o plot é bem doido, meio bizarro até e promete grandes confusões.

Sakuda: Parece interessante. A relação de um velho cheio de manias e teimoso com uma menina cliché de anime de otaku espinhento pode ser bem aproveitado. Só espero que a menina não termine com o velho, com alguma mágica que deixa ele mais novo, etc…


ATOM: THE BEGINNING

Denys: Animes da Production I.G sempre pedem uma maior atenção. Quando eles utilizam como fonte um dos personagens mais icônicos dos quadrinhos japoneses, explorando melhor suas origens, certamente temos uma obra em que atenção precisa ser redobrada. É esperar, no entanto, que não fiquem somente no respeito ao clássico, mas que se permitem inovar o suficiente para transpo-lo ao nosso tempo.

Diogo: Não sei até que ponto eu tenho interesse em saber sobre o universo de Astro Boy antes do Astro Boy ser criado, mas espero ser surpreendido.

Leo Kitsune: Eu não sei se a história da criação do Astroboy é interessante o suficiente pra segurar um animê inteiro, mas uma premissa só é tão boa quanto sua realização. E a produção parece boa. Interessa.

Wagner: Eu não botaria fé nesse anime se fosse outro estúdio o realizando, mas a Production I.G tem mandado muito bem nos últimos anos. Espero uma bela homenagem a Astro boy.

Lívia: É baseado em Tezuka e feito pela Production I. G., então tem grandes chances de ser algo, no mínimo, bom. O trailer mostrou um belo visual.

Graveheart: Ser produzido pelo estúdio I.G. já é sinal de que podemos ter algo de qualidade, e a idéia de um anime que serve de “prequel” para Astro Boy me chama muito a atenção. Se for feito com cuidado, tem grandes chances de ser um bom anime.

Leo Kusanagi: Assim como todo mundo, o Production I.G. é um daquele estúdios que você sempre vai dar uma olhada, mesmo que o anime não seja bom. Neste caso, parece que o anime é bom e espero que foquem em questões mais sérias, principalmente porque há o questionamento entre o robô virar um deus. Espero que seja bom e que empolgue bastante.

Sakuda: Não tem nada de errado em revisitar séries clássicas, principalmente Tetsuwan Atom, o nosso bom e velho Astroboy. Pluto, de Naoki Urasawa, é um bom exemplo disso. Mas este anime aqui não deve ser. Espero estar errado, mas esse tema, de dois cientistas amigos, mas rivais na forma de pensar, é tudo que Atom não precisa. Ainda mais bishonenzando os dois personagens. Um pé atrás com este aqui.


Boku no Hero Academia 2

Leo Kitsune: A primeira temporada teve unidade, um ótimo começo-meio-fim, tematicamente falando. Espero que a segunda também tenha. O que falta agora (e que não deve acontecer até o Blu-ray) é a qualidade da animação dar uma melhorada. De qualquer forma, eu sou fanboy, então sou suspeito. Mas estou empolgado!

Wagner: Acompanho o mangá e estava com bastante expectativa por essa adaptação. No geral gostei da primeira temporada, só me incomodou ele querer ter cenas super emocionantes/empolgantes em todo episódio. Quando tudo emociona/empolga, nada tem peso, chega uma hora que apenas cansa. Espero que equilibrem isso melhor nessa segunda temporada.

Danilo: O que falar dessa segunda temporada de Boku no Hero? Será a mais agitada, com intensas batalhas nos exames da academia U.A. Recomendadíssimo.

Lívia: A primeira temporada foi ótima, e a segunda promete! Grande expectativa.

Graveheart: A primeira temporada fez sucesso considerável em 2016, e o arco de histórias que essa temporava deve adaptar é muito bom.

Sakuda: Não assisti, não li o mangá.


BORUTO: The Next Generation

Denys: Infelizmente não devo ver Boruto, não por falta de interesse, mas até hoje ainda não terminei de ler o manga original e não quero pegar spoilers. Minha curiosidade aqui é ver até onde essa continuação vai se aguentar.

Leo Kitsune: Cedo demais pra cravar que vai ser horrível? Talvez. Mas vai ser horrível.

Wagner: Se até Dragon Ball Super faz sucesso não tenho dúvidas que Boruto também seguirá esse caminho. A ideia de continuar trabalhando um mesmo universo ficcional em outra obra é digna de nota, mas não sei se Naruto tem um universo tão rico para isso, pode acabar caindo na repetição de acontecimentos.

Kushina: O velho drama entre ser fangirl ou me posicionar de forma crítica… Com certeza vou acompanhar assim como acompanhei a obra Naruto por mais de 10 anos. A ideia de focar na nova geração tem suas potencialidades, mas também é facilmente “estragável”. Só vendo para avaliar.

Leo Kusanagi: Mano, eu não aguento o fato do moleque se chamar BORUTO. BORUTO, BICHO, E A OUTRA LÁ SE CHAMA SARADA, QUE PODE SER ALGUÉM MUITO SARADÃO DE ACADEMIA CROSSFIT OU ENTÃO SALADA, DE FOLHAS E TAL. Brincadeiras a parte, o Studio Pierrot e a produção por trás de toda a franquia Naruto tá de parabéns, porque os caras sabem como ganhar dinheiro. Eu não sou fã de Naruto, mas sei demais da importância da série original e de shippuden. Se Boruto vai ser legal? Não sei, pq não vou assistir, mas muita gente vai e tá tudo bem, deixa o povo curtir a série e se divertir!

Sakuda: O Boludo chegou. E eu nem terminei de ler Naruto… Mas esse “Naruto next generations” no plural significa que o Boludo vai ter filho na adolescência? Seria interessante, hein? Um Naruto que pode passar na MTV!


Busou Shoujo Machiavellianism

Denys: Apesar de ter gostado do character design apresentado no trailer, um anime de ação e comédia onde parte da piada é “punir” os homens de uma escola vestindo-os de mulher definitivamente não é pra mim.

Wagner: Como fazem um design de personagens tão legal para um anime que parece fadado ao mais do mesmo. Devo assistir os primeiros episódios, mas sem esperar muita coisa. O estúdio Silver Link me dececpcionou na ultima temporada com Masamune-kun no Revenge.

Danilo: Vamos ao bingo dos clichês: Anime de Escola? Check! Espada? Check! Menina de Tapa-Olho? Check! Meninas sexys de saia? Check! Lutas sem motivo aparente? Check! Protagonista fodão que resolve tudo na porrada? Check! Pronto, sucesso absoluto.

Leo Kusanagi: O Character Design é lindo, mas o anime parece bem ruim. E é só isso mesmo, nem vou ver.

Sakuda: Meninas com espada, saias curtas e um único moleque espinhento. Esse gênero costumava ser feito com garotos tímidos e de bom coração, mas parece que a tendência agora é ter garotos metidos e “independentes”.


CLOCKWORK PLANET

 

Wagner: Não gostei muito do visual dos personagens e parece que vai ter bastante 3D o que nem sempre resulta em uma boa integração com o 2D. Devo dar uma chance por ser adaptação de uma novel do Yuu Kamiya (No Game No Life).

Kushina: Gostei muito do character design, da ambientação e lendo a sinopse até fiquei interessada, mas ai vi que é baseado na obra do Kamiya Yuu e se for o mesmo de No Gama No Life eu dispenso.

Leo Kusanagi: Um daqueles animes ambiciosos que gostariam de ser um novo expoente do steampunk mas que dificilmente conseguem. O Xebec é um estúdio mediano, não tem grandes orçamentos e fico com um pouco de medo da interação entre o 3D e o 2D, mesmo em 2016 dependendo da série ainda fica meio estranho. Veremos se vinga.

Sakuda: Pode parecer besta, mas acho que no futuro, vão cavar este e outros animes como exemplo de que no mar de coisas genéricas da nossa geração de animes, haviam críticas sociais. Talvez seja coisa da minha cabeça, mas mesmo em NO GAME NO LIFE, o autor, Yu Kamiya, parece querer tratar de temas sociais, parece se importar com mais do que a punheta do dia. E faz isso no meio de um produto que é simpático a seu público. Acho que um dia, esse anime pode ser considerado mais do que é hoje. Mas também tenho um medo danado de elogiar demais isso aqui e no final ser só descascação de banana.


Dungeon ni Deai o Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka Gaiden: Sword Oratoria

Denys: DanMachi foi um dos animes mais gostosos de assistir nos útimos anos com sua ação divertida, personagens para os quais dava vontade de torcer e aquele mundo de fantasia padrão bem construído. Enquanto espero pela segunda temporada, nada melhor que um spin-off com os personagens mais fortes daquele lugar para matar saudade.

Danilo: A protagonista da vez é Aiz Wallenstein e o seu grupo de elite na Dungeon Lv 50. Ótima idéia. Vamos ver se ela é de fato forte como a série tentou vender na primeira temporada. Espero também que ela fuja do estereótipo de personagem calada e demonstre um pouco de personalidade aqui.

Leo Kusanagi: A série é bem popular e mesmo não tendo assistido a primeira temporada, o anime parece fazer bastante sucesso, tanto que ganhou esse spin-off. Será que dá pra assistir sem ter visto a primeira temporada?

Sakuda: Nome tosco. CHECK! Spinoff. CHECK! RPG de videogame. CHECK! Meninas seminuas. CHECK! Subtítulo que não diz nada. CHECK! Tem coisa parecida na mesma temporada e com mais potencial que este.

 


eromanga sensei

Diogo: Fico espantado com quem acha que tem chance de sair algo bom disso aí. Tem que ser uma pessoa muito positiva para pensar assim. Pra mim vai ser só mais um anime de “romance” fetishizado entre irmãos. Passarei longe.

Wagner: Dificilmente vão desenvolver bem essa história deve ficar nas situações irmão e irmã de sempre dos animes. Não consigo ter interesse inicial em assistir, mesmo achando o visual que o A-1 Pictures escolheu para essa adaptação muito bonito.

Danilo: Os conflitos diários enfrentados pelos irmãos parece interessante, isso se for bem desenvolvido, claro, pois a premissa do irmão mais velho querer ajudar sua irmã a superar seus medos é boa, mas o problema é que isso facilmente pode desbancar para algo mais ecchi e sem profundidade.

Graveheart: Tenho problemas com comédias japonesas, mas o plot parece ser interessante. Tem grandes chances de ser o anime bobinho gerador de memes da temporada

Leo Kusanagi: QUERIA TANTO QUE FOSSE BOM! Mas acho dificil não fugir do clichê. O traço é lindo, as fanarts são lindas, a light novel parece bem divertida, mas o anime? Não sei, fico com o pé atrás desse bagulho dos japoneses entre relação de irmão e tal, se for pro ecchi vai estragar uma obra que podia ter um potencial tão grande quanto um NHK ni Youkoso, por exemplo.

Sakuda: Mais errado que bater na mãe. Tem tanta coisa vergonhosa que não sei por onde enumerar. Como gastam tanto tempo, dinheiro e pessoal para fazer um troço desses? PS: A versão indiana parece melhor, talvez porque não me permite entender nada 😀 (o trailer do post da temporada era um indiano)


FRAME ARMS GIRL

Denys: Anime ecchi baseado em uma linha de garage kit? Não, obrigado.

Diogo: Esses animes de “garotas navio”, “garota metralhadora”, “garota espada”, etc, estão bem na moda, mas não são pra mim. “Model kit” até seria, mas nem isso me faz querer assistir esse anime. Há público para ele, no entanto.

Wagner: Garotinhas robôs com armamento personalizável, o que mais um otaku poderia querer? Se isso realmente existisse conheço muita gente que estaria vendendo o rim nesse momento. Mas não consigo gostar desses animes ecchi génericos, me desculpem!

Danilo: Meninas Robôs sensualizadas com batalhas genéricas e diálogos superficiais com sua dona, em mais uma tentativa de vender Figures para os japoneses. Não espere nada além de um Ecchi vazio aqui.

Leo Kusanagi: O típico anime feito pra vender figure. E o mais louco é que as figures vieram ANTES do anime. É bem dispensável, mas tem uma galera que adora. Me lembra um pouco Strike Witches e tal, que é até bacaninha, mas esse aqui parece bem ruim e focado inteiramente no fanservice.

Sakuda: Nos anos 2000 isso foi tendência por… Dois anos? Montar bonecas e colocar pra lutar. Como builder, eu fico interessado na parte técnica, pintura, etc… Mas não acho que deve se aprofundar no hobby, deve ficar mais na brincadeira. É um Gundam Girl genérico misturado com Angelic Layer (Google, buscar. Se você tem menos de 18). As tranformações me lembraram muito Centurions também (Google, buscar).


Fukumenkei Noise

Denys: Curioso ver um diretor fazer Keijo!!!!!!!! em uma temporada e um romance bem idealizado em outra. O trailer não entrega muito, apesar de apontar para algo mais novelesco, com bastante drama. Não é o tipo de shoujo que eu mais gosto, mas aqui cabe novamente a regra dos três primeiros episódios.

Diogo: O production value não parece estar lá essas coisas, mas tem música e romance, vamos ver o que sai daí. Se construir bem o triângulo amoroso, pode ser valha a pena acompanhar. Porém, como o mangá ainda está em andamento, dificilmente teremos um “fechamento” no anime.

Leo Kusanagi: A história parece lembrar bastante White Album, mas aqui com dois caras ao invés de duas meninas. Ultimamente dificilmente esses animes musicais consequem surpreender, porque quase todos seguem o mesmo caminho. Queria um anime mais dramático, mas não dá pra esperar muito. O estúdio é bom, pelo menos.

Sakuda: Parece um filho bastardo de Nana, e só por isso já parece ser legal. A descrição que o cara deu pra forma de cantar da menina também me deixou curioso. “É como se fosse um canário se debatendo dentro da gaiola”. E ver anime, mangá sobre rock em um mundo cada dia menos roqueiro é um alívio. Não sei se é bom, mas me leva pela simpatia.


GRANBLUE FANTASY The Animation

Denys: Animes baseados em jogos não costumam me trazer segurança, ainda mais quando trata-se de outra fantasia. Aqui a situação não é diferente, Granblue Fantasy, baseado em um RPG para celular já começa estranho com 2 episódios em janeiro e o resto a partir de abril. Quando a produção não parece muito certa, o resultado é ainda mais inesperado para pagar pra ver.

Wagner: É baseado em um jogo legal para plataformas mobile, mas não sei se isso basta para dar inspiração e ajudar na criação de um roteiro consistente de fantasia. O visual está na pegada que eu gosto e sempre confio muito na qualidade técnica do estúdio A-1 Pictures. Devo assistir os primeiros episódios para ver se presta, mas tem muitas chances de ser algo genérico.

Danilo: O jogo para Android possui traços lindos e uma colorização pastel que me apetece mais do que as cores mais vivas da animação. O gameplay é frenético, com vários colecionáveis, bem ao estilo Gachapon (adoro esse tipo de jogo). Estou curioso para ver como será trabalhada a história do jogo. Geralmente é qualquer desculpa para a batalha, por isso não espero nada complexo vindo daqui.

Leo Kusanagi: Mesmo não vendo muitos animes, sempre que alguns estúdios específicos lançam séries eu fico de olho e até interessado em assistir. o A-1 sabe muito bem como fazer um anime de fantasia, e ainda mais baseado em um RPG, espero que a série seja muito boa, porque elementos pra preencher o roteiro tem de sobra.

Sakuda: O anime de game da temporada… Ou mais um. Eu passo.


Hinako Note

Diogo: Garotas fofinhas e exageradamente infantilizadas fazendo coisas fofinhas porque sim. Quanto mais tempo passo nesse hobby, mais me canso desse tipo de anime. Sem nada na ambientação que me interesse, como foi com New Game, não tenho razão para assistir. Passo.

Wagner: Menininhas bonitas fazendo coisas irrelevantes, provavelmente esse anime deve seguir por esse caminho e as vezes isso funciona. Gosto desses animes mais bobinhos para distrair e dar umas risadas. Vou assistir alguns episódios para ver se me empolgo em continuar.

Leo Kusanagi: Apesar de ser um daqueles animes pra otaku ver, apostando nas situações das meninas, eu acho que até deve ser divertido esse anime, hein. Tenho uma queda pra slice of life e quem sabe eu não veja alguns episódios? Sei lá né, mas se não desenvolver absolutamente nada eu nem continuo.

Sakuda: É aquele negócio, você tem uma habilidade, algo que você faz melhor que qualquer um, mas esse negócio que você faz não serve pra nada. É tipo ser desenhista no Brasil. “Caramba, você tem um dom! Me desenha de graça?” Parece comédia, mas a subleitura faz parecer um drama.


ID-0

Denys: CGI + Mecha + Sinopse confusa + Trailer feliz demais = NOPE

Diogo: Eu tendo a dar valor a produções originais, ainda mais quando se trata de mecha, mas tá difícil justificar como ID-0 poderá ter algo de bom. O trailer é vergonhoso. Mas vou assistir… é… não faz sentido. Eu sei.

Leo Kitsune: O trailer é puro “bullshit” que não diz nada. Mas o design dos mechas e a música me pegaram. Agora já era. Eu preciso ver.

Wagner: É um anime original (ou seja não é adaptação de mangá, novel ou game) e isso já me deixa interessado. A cada temporada é mais raro isso. Outro ponto a favor é que o diretor Garou Taniguchi tem bom retrospecto com robôs e espaço. Tomara que seja bom!

Leo Kusanagi: Eu to confiando nessa série só pelo diretor mesmo pq o cara sabe fazer umas parada mecânicas e tal. O estúdio é formado por ex funcionários do Studio Gonzo então PROVAVELMENTE tem a galera que fazia as séries do “finado” estúdio antes dele falir por gastar dinheiro demais.

Sakuda: Eu sempre fico pelo menos curioso com animes de mecha, porque eu gosto de robôs. Mas esse aqui é tão estranho que eu não sei o que pensar. Li a sinopse e não entendi o que poderia ser legal nisso. Vi o trailer com a música de Yosakoi Soran, uma dança tradicional japonesa, e fiquei mais encucado ainda. E aqueles robôs feios… TEM CHEIRO DE GARGANTIA! >:D


KABUKIBU!

Denys: Espero que não seja mais um anime qualquer de um clube bem específico, mas como gosto de ver obras que exploram elementos culturais japoneses em detalhes, darei uma chance à Kabukibu!

Diogo: Depois de Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu, não dá mais para ver animes desse tipo e acreditar que vão tratar o teatro kabuki de uma maneira “não-simplória”. Provavelmente só vai ser um pano de fundo para vermos garotos bonitos fazendo bonitezas. Um moe masculino. Passo.

Wagner: Se fosse um anime sobre Kabuki teria muito interesse em assistir, mas o trailer deixa claro que o foco será no grupo de garotos.

Danilo: 6 belos garotos decidem iniciar um clube de Kabuki (teatro tradicional japonês) em sua escola. Se for explorado um pouco mais sobre as peças e suas nuances de interpretação, pode ser ótimo para conhecermos um pouco dessa arte, mas não acho que será o caso aqui.

Lívia: Tudo indica ser um anime totalmente fanservice, mas o kabuki é um assunto interessante, então pretendo dar uma chance. O CLAMP é responsável por criar os personagens, portanto quem é fã do grupo pode querer conferir.

Kushina: Tenho muita cusriosidade sobre o teatro Kabuki então devo conferir os primeiros episódios e dar uma chance para o anime me convencer! -^^- ….. Ok… na verdade, o visual dos personagens é da CLAMP… quero saber o que elas estão fazendo de tão importante que não terminam Gate7! (X1999 eu já perdi a esperança…)

Leo Kusanagi: Mesmo querendo muito que a série focasse no teatro em si e na arte que é fazer Kabuki, a série provavelmente será apenas uma pincelada sobre o tema. Isso não é ruim, pois é uma forma de atrair pessoas pra esse tipo de tradição japonesa, principalmente os jovens. Se for bem desenvolvido e mesclar didática e comédia, deve ser legalzinho.

Sakuda: Slice of Life para meninas sobre Kabuki. É, parece que todo o machismo do Japão, os lugares onde “mulher não pisa”, estão virando tema de séries de fujoshi, pra imaginarem quem come quem. Seria uma pena se nesses lugares só se falasse de anime ruim e time de futebol enquanto toma cerveja, né?


AGORA VAI LÁ PRA PARTE 2!

 

    Tradutor, professor, host do Anikencast, apaixonado por quadrinhos, apreciador de jogos eletrônicos e precoce entendedor de animação japonesa. Você pode me achar no twitter em @didcart.