Tengen Toppa Gurren Lagann e O Dia Em Que Me Trollaram

Olá, leitores do Nahel Argama. Eu sou Pss, e estou aqui para lhes fornecer uma resenha crítica de Tengen Toppa Gurren Lagann.

A começar pela história [já que pra variar nos sites de download a sinopse tá mais enrolada que novelo de lã]: Somos apresentados a uma realidade em que os seres humanos vivem no subsolo, e são obrigados a escavar para expandir seus territórios. Simon, nosso protagonista, é um escavador de uma pequena vila, e tem amizade com Kamina, um rapaz mais velho que sonha em chegar à superfície, embora sempre frustrado pelo chefe da aldeia.

Numa dessas fugas interceptadas as brigas na vila são interrompidas por um enorme monstro que cai, rompendo o teto. Kamina decide enfrentá-lo, e tem a ajuda de Yoko, uma menina que eles supõe ter vindo da superfície que carrega consigo um rifle [não entendo de armas, acho que é isso] apropriado para lutar contra a criatura. Após derrotá-lo com a ajuda de um mini mecha encontrado por Simon em suas escavações, eles vão embora, tendo que enfrentar a realidade da superfície.

No início Gurren Lagann é bem típico de começo de shounen, personagens sendo apresentados com muito bom humor, até as lutas começarem a ficar mais sérias e as situações mais tensas. Confesso que perdi um pouco da paciência que já tive com esse gênero [que já foi um dos meus favoritos, embora nunca tenha gostado de mechas], mas estava assistível.

Uma reviravolta no roteiro abriu a possibilidade de uma evolução incrível na história, me emocionou e espantou ao mesmo tempo que eles tivessem feito tal coisa concretamente. A mudança na personalidade de Simon e o buraco no peito de todos tinha tudo para se tornar mote de algo pouco comum naquele enredo. A aparição de Mia ofusca um pouco isso; mas logo se recupera o potencial, aumentam minhas expectativas…

Para quê? Tudo bem, eu devia ter percebido. Um episódio na praia e um episódio da Mia cozinhando foram os sinais… Mas só se confirmou a falta de qualquer profundidade desse animê após o ‘enfrentamento final’ com o Lorde Spiral. Afinal de contas, DAFUQ poder espiral e destruição da humanidade [sem contar a escavadeira que está em seu coração. SIM.]?!

Eu realmente me deixei levar pelo colorido de Gurren Lagann, pelo traço comum-mas-nem-tanto… Acabei esperando uma reviravolta a là Evangelion. Eu sei. Cruel. Mas tinha esse potencial.

Mas foi pra blá-blá-blá mecha, blá-blá-blá fanservice, blá-blá-blá anti-espirais, blá-blá-blá personagens rasos, blá-blá-blá clichê.

Primeiro que aquelas combinações e re-combinações do Lagann ultrapassaram meu limite de suspensão de descrença. Segundo que as justificativas tentando construir uma base teórica pra explosões e lutas [sem contar a megalomania de em sete anos um garoto que cavava buracos estar batalhando no espaço] da segunda fase do animê me deixaram louca. Sério, fala que eles não gostam dos humanos, mas não cria uma “teoria” chumbrega dessa que o poder da espiral que reside no DNA e o potencial evolutivo dele decorrente vão destruir o universo. Por favor.

Terceiro: Eles cometeram o mesmo erro de Code Geass de entupir o elenco de personagens secundários rasissímos e forçar um sentimento de afeição por parte do espectador… Os matando. Não, roteirista, nem pisquei. Sério, não senti nem cócegas nos olhos.

Devo confessar que estarei sendo injusta se não ressaltar que a maior parte dessas críticas se referem aos episódios do 14 em diante. Antes disso Gurren Lagann é um shounen despretensioso e divertido como outro qualquer, com a vantagem de uma animação bem feita e uma paleta de cores muito bem utilizada.

Bem, dos personagens, vou falar muito pouco. É difícil aprofundar sem dar spoilers e não é essa a intenção desse texto.

Simon é uma criança desde o começo, por isso é muito subestimado e se subestima. Mal tem vontade própria. Mas Kamina o incentiva todo o tempo e eles criam um laço de amizade e confiança muito bonito [juro que se não fosse a diferença de idade acabaria shippando esses dois]. Tanto que ele se torna cada vez mais parecido com seu aniki no passar dos anos.

Kamina por sua vez é louco, impetuoso, forte e carismático, muito carismático. Tem tantos amigos quanto inimigos e acabou achando aquilo que tanto procurou em sua forma de agir e lutar.

Yoko… Ela não é muito definida. Não é exatamente uma tsundere, nem uma personagem que só está lá para ser gostosa. Ela tem uma personalidade forte, sem dúvida, mas não é como se fosse uma garota de atitude. Sua evolução seria meio DAFUQ se não fosse apenas mais um clichê.

Boota… Sem comentários. [mas isso vocês só entenderão nos últimos 3 capítulos]

Viral foi um bom vilão, o melhor na verdade, aquela rivalidade quase cavalheiresca com os protagonistas… E no futuro foi quem tinha o sonho mais bonito.

Mia é um pé no saco, toda moe, toda cheia de boas intenções… Passado misterioso, reviravolta que não espanta em nada e final nada emocionante. É clichê demais para me fazer sentir qualquer coisa, a única cena que eu acho que deve ser lembrada é a de seu fechar de olhos, se entregando a mira do rifle de Yoko. Foi uma ótima cena.

E os outros são os outros.

Tengen Toppan Gurren Lagann é um shounen sem sal. Empolgante para fãs do gênero, mas totalmente mais do mesmo. Recomendo somente para quem tem gosto pela coisa…

Olá, leitores do Nahel Argama. Eu sou Pss, e estou […]

47 thoughts on “Tengen Toppa Gurren Lagann e O Dia Em Que Me Trollaram”

  1. Eu já vi Tengen Toppa faz um tempo, os filmes também, e sério, depois de certo episódio nada mais fazia sentido pra mim (sem spoilers). Eu realmente adoro o Viral porque ele era honesto e apesar de vilão nem o achava vilão -q Mas mesmo gostando do anime, eu acho que foi um dos mais decepcionantes que eu já vi. O final foi sem-noção, muita coisa ficou uma lacuna pra quem tava assistindo e não me convenceu. E mesmo assim eu chorei. De desgosto ou de tristeza aí que eu não sei /rindo

    1. Tipo esse sentimento mesmo, com relação ao enredo e ao final…

      Viral é o melhor personagem pra mim, depois do Kamina claro XDD

      Eu chorei no comecinho, no final… Nope.

  2. Ouço há muito tempo sobre Gurren Lagann e bem que queria assistir (até por nos últimos tempos estar me aproximando mais do gênero mecha), mas sempre fico com um pé atrás quando falam que o roteiro tem alguns exageros propositais. Tudo bem que Aquarion EVOL me ensinou a curtir alguns exageros propositais, mas ainda assim acho um tanto arriscado apostar nisso.
    Em todo caso, Gurren Lagann continua na minha lista, quem sabe um dia assista.

    1. Ahh, se você tem curtido gênero mecha e não liga pra exageros [desnecessários] e/ou clichêzões, vale a pena assistir. Mesmo porque a animação é boa, e as cores são fodas… lol

    2. Pode assistir Mary, Gurren Lagann é bom, tem defeitos, e tem sal rs.
      Lembra o que falaram do roteiro de Angel Beats: corrido, exagerado, muitos personagens, coisas sem noção? (com certa razão até). Mas a crítica exposta aqui não foi lá muito objetiva, pareceu mt pessoal. Os exageros não são de enfeite e nem acho que seja um elemento negativo e enjoativo.

      1. nope, eu nunca vi o anime, só ouço falar. Só comentei q a forma do texto dele parece apenas revolta, não é muito construtivo.
        Aprenda a conversar, por favor.

      2. @Likou e @castro9
        Não, foi o senhor Likou que não soube conversar. Pra mim uma pessoa que escreve na raiva simplesmente se deixa levar por xingamentos sem sentido, como o que eu vi no dito comentário aí. O texto da Pandora tem uma opinião ácida, mas de forma alguma é relaxada.
        E eu sei conversar, meus pais me deram boa educação, obrigada. Só que me cansa ver essa falta de equilíbrio que pipoca em alguns comentários em blogs por aí. Discordar e concordar de textos eu também faço, mas não da forma agressiva que você, Likou, fez. (E sim, da forma que você falou parecia que estava incomodado por falarem mal da série, como tanto fazem por aí…)

        E estou mais curiosa para Gurren Lagann, não imaginava que mexer com esse anime ia causar tanta polêmica. O.o

      1. Power Otaku KISSU S2
        Pq? eu apenas manifestei a minha opinião em relação ao texto, a qual qqer um pode discordar, concordar, discutir, mas nunca atacá-la q foi o q a Mary fez.

      1. Nunca vi TTGL mas a forma como ela escreve é tão ou mais insuportável que a do Panina,mas né como é a GRANDE IMPRENSA ESPECIALIZADA vou pedir um amém de todos onegai ximasu.

        1. Sim véio. Aqui é a “grande imprensa especializada”. Tu queria o quê? RESUMÕES DO PROGRAMA DE NAMORO DA ELIANA?

    1. Pior que a Pandora é uma pessoa de opiniões fortes mesmo; mesmo assim, comparar com o Panino? Cruel…

      E cara, pode criticar a vontade, portanto que não parta para o pessoal. Opinião é opinião, só não vale sair dos argumentos para ir para os xingamentos…

      1. É, comparar com o Panino é muuuita crueldade, pq diferente dele eu nunca tive a pretenção de ser especializada. Além disso, deixo bem claro que é apenas minha opinião, e procuro levantar aspectos bons e ruins (o Panino quando não gosta da algo não quer nem saber… XP)

        Por enquanto tá tranquilo, Qwerty, obrigada.

  3. Vi TTGL recentemente e, até o 7º episódio, achei o anime MUITO… normal. Depois daquele certo acontecimento, a progressão da história aconteceu de uma forma bem interessante e, junto como a filosofia da série, acabou me divertindo.

    Eu não gosto de mechas (afinal, repetindo, o que eu gostei da série foi a filosofia do mesmo), mas valeu a pena ter aguentado 7 episódios para que a história rendesse de uma boa forma adiante. 😉 Então, discordo do seu comentário final: É um anime que vale a pena, mas tem que ter paciência para a história começar a girar de vez. ^^

  4. Os primeiros episódios são legais. Ri bastante.
    Daí tem aquela reviravolta no plot. Não sou muito chegado em dramas mas, se for pelo bem do enredo, fazer o quê, né-?
    O problema é que depois a série entrou naquela fase (que depois vim a descobrir que é típica de mechas) onde metade do cast morre para chamar a atenção do expectador. Detesto isso.
    E no final, depois de tudo que ele fez para salvar a humanidade, será que ele não merecia um finalzinho um pouco mais feliz, não?

  5. Eu gostei de TTGL exatamente pq é um enredo simples e tal, o que os autores investem é na intensidade com que contam a história (a batalha final, por exemplo) e também pelo fato de ser sem-noção também (sou uma pessoa muito racional, por isso eu tento ventilar assistindo animé desse tipo, hehe). Eu achei a caracterização dos personagens bem sólida e tal; quanto a Nia tenho que discordar, pq quando eu vi ela eu pensei “O que essa Mary Sue tá fazendo aí?”, pq eu realmente duvidei dela no início, mas depois eu acabei gostando dela e ela se tornou um dos meus personagens favoritos porque eu percebi o quão importante ela era pro Simon e pros outros e como ela encarava arma apontada pra ela sem pestanejar.

    1. É, eu meio que cansei dos enredos muito simples. É bom para quem gosta do gênero, mas não é pra qualquer um. As partes sem noção… É, eu sou racional até assitindo animê XP

      Dos protagonistas sim, mas dos secundários… Ah, a cena da arma é perfeita! Mas aquela revelação e o final não me surpreenderam, por isso ela me decepcionou.

  6. Daora que mesmo não sendo fã de mecha, me deu vontade de ver isso. Antes sequer tinha entrado na minha lista. Quero ver o porquê desse amor do povo por ele, hahaha

    E LOL, ainda acho sua forma de escrever até amena. Esse povo que não está acostumado. Mas acredito que com isso você foi mais do que aprovada na estréia com o povão, né? XD Meus parabéns ♥ -q

    (E como assim se não fosse a diferença de idade?! Você shippa com a cabeça demais, LOL!)

    1. Nha, amor pq sabe como é o povo né? Nem é tanta gente, mas “falou mal” aparece uma cambada pra defender. Vc vai shippar horrores.

      Meu, eu procuro ser justa, escrever o que é bom e o que é ruim NA MINHA OPINIÃO. Não tenho culpa se NA MINHA OPINIÃO uma coisa tem mais pontos fracos do que fortes. Mágico ¬¬’

      Eu faço tdo com a cabeça, filha, tenho coração não.

  7. Não pensei que fosse achar alguém mais insuportável que o Panina do Subete /óóó [2]
    Agora alguém faça um texto falando um monte de merda de Natsume Yuujinchou que as Natsumefag louca vem igual urubu em cima.

  8. Sempre que eu conversava com ‘os bródi’ sobre animês mecha eles diziam:

    GUREN LAGANN, GUREN LAGANN! FOR THE WIIIIN!

    E depois de ler esse texto eu lembrei…

    “Ah é, eles curtem apenas animês Shounens onde há pancadaria desenfreada, acabei esquecendo 8’D ”

    Valeu pelo toque Pss-‘chan’ -qQuase que eu vou assistir isso aí, nunca me dei bem com mechas mesmo. XD

  9. resposta leve e sem fundamento.
    É algo comum vindio de quem gosta de coisas complexas e um pouco Dark, como CG e Death note.
    Um anime pra ser bom tem q ser complexo? É isso que define a qualidade dele? É raso assim?

    TTGL é bom pq é simples!

    As frases de Kamina e Simon tão impressionantes e junto a com trilha sonora e a arte visual
    dão a sensação de “n desista seu merda”. Pra mim, que assisto e leio mta coisa, o que vale
    é usar simplicidade com profundidade e peso, e isso TTGL faz bem.

    Em geral:

    Arte: 9,5
    Enredo: 9,0
    Trilha Sonora: 10

    Se quer uma visão diferente sobre o anime, assista os filmes Gurren-hen e Laggan-hen, que mostram coisas diferentes.

    Bom, mas essa é somente minha opinião que provavelmente n vale mta coisa por agora.

    Abraço a todos o/

  10. Não poderia discordar mais do seu post. Na verdade discordo de muita coisa que você coloca, mas respeito sua opinião sobre certos assuntos. Eu vou falar a verdade pra você que achei as críticas, sim, exageradas e teve horas que me pareceu raiva alheia, porém, conheço seu estilo de escrita. E mesmo com Madoka você dá umas patadas mais fortes do que é necessário em certos aspectos da obra.

    Dessa maneira alguém vai dizer que já início meu post com uma polêmica sobre o post. Espere e verá que não é exatamente meu intuito ofender e nem desmerecer, mas quero levantar minha versão da história por aqui. Não que eu vá delinear a história em si, mas que eu vou dar uma de advogado do diabo e levantar os meus motivos gerais do porque acho injusta a avaliação.

    Se me permite dizer eu já acompanho o seu blog faz um tempo e reparo que certas expressões fortes são usadas e nesse post foi feita uma categorização cabal sobre a natureza da obra. O meu problema com isso é que em nada o que você disse corresponde ao meu convívio com os dois filmes que resumem a série.
    Primeiro porque eu acho o traço de Gurren Lagann de um colorido lindo embora o character design possa ser dito genérico ele tem certa identidade sim. Estereótipos e traços como são definidas as personagens não são necessariamente elementos ruins considerando pra que e para quem o gênero foi feito. Uma faixa etária adolescente e fãs de mecha.

    Muito do apelo da ´serie está me reconhecer certos padrões, mas eu não preciso ser tarado pelo gênero para me divertir com as fusões e os exageros da série que são, sim, arte do charme. Sorry, mas não encaro as fusões ou os Gattai como algo ruim. A primeira fusão que é uma das mais ridículas que vi na minha vida é muito interessante do ponto de vista cômico e mexeu bastante comigo me fazendo descrer no que havia visto. Um dos elementos dessa descrença é um elemento de comédia (Vide Propp. Pode consultar se quiser) e que para mim foi uma das surpresas mais agradáveis da série. Tem horas que eu não quero ver um animê sério e a comédia de Laggan é bem menos irritante que maioria dos animês que se dizem totalmente comédia hoje me dia. Ben-to que o diga. Puta animê chato do [email protected]!
    Fora isso eu acho que a reviravolta com a morte do kamina foi um momento ruim e não me atraiu em nenhum momento em nenhuma seriedade. O gênero mecha (os antigos super mecha) é realmente muito inocente.
    Já vi gente reclamando de macross por não ter uam representação fiel da guerra, por exemplo. Ou a leitura totalmente escrota do vídeo quest sobre Haruhi em que eles apenas comentaram animês baseando-se me expectativas pessoais e sem avaliar o produto jogando merda no ventilador com ose eles estivessem sendo inteligentes. Coisa em que eles são de fato especialistas: comentar de maneira idiota obras boas e ruins e tentar pagar de cultos.
    Não, de jeito nenhum estou afirmando que seu texto beira à isso, mas me incomoda quando o objetivo claro de uma obra é ser sério e se busca algo que nem mesmo o anim~e tenta dar indícios fortes e contínuos pelo próprio tom. Se Gurren laggan mudasse de foco e quebrasse sua lógica não seria como EVA que teve um desenvolvimento e uma abertura pra isso. Seria uma cissão e um problema de roteiro sérios com ode fato essa quebra de ritmo quase levou a série pro buraco.

    Lembro-me de uma aluna comentando que não gostava de contos de magia porque os achava fantásticos demais e mesmo sob o pretenso domínio das ferramentas ela não conseguia absorver a lógica dessas histórias. O problema não eram exatamente as histórias e nem tanto ela, mas a própria experiência e expectativas dela ao ler um livro que se direcionavam perante um rebuscamento de linguagem que os contos populares não tinham. Foi uam batalha árdua pra a fazer aceitar o gênero. Valeu cada esforço porque ela seria professora e ela iria precisar saber como contar histórias e essas histórias eram importantes para poder desenvolver atividades de texto.
    Estou me distanciando do meu objetivo inicial, portanto, foco. O que quero dizer é. Gurren Laggan pode ter sido ruim do seu ponto de vista, mas dificilmente acho-o genérico e sem sal porque ele não revoluciona o gênero, mas ele homenageia e tira sarro e de certo modo atualiza um gênero ligado aos live actions e uma tradição morta desde os nãos 80 (com um segundo momento do gênero que foi iniciado por Nagai).

  11. Hahahaha. Cá estou eu vagando pela internet quando me deparo com isso.
    Aham Cláudia, senta lá.
    Quando a puberdade passar e você começar a sentir vergonha alheia no meio de tanta tensão homosexual em series como Gundam Wing e Gundam 00 que as menininhas que fazem fanfics deliram, assista e leia as séries do multiverso de Getter Robo, do universo de Mazinger, além de Xabungle, Zambot 3, Tetsujin, e aproveitando, assista logo a trilogia original de Gundam, Victory Gundam e o restante das séries passadas no UC.
    Só então, quando já tiver absorvido um pouco da masculinidade destas séries e um bigodinho do Tom Selleck estiver começando a crescer no seu rosto, assista Gurren Lagann. Assim você terá uma certa bagagem para fazer uma analise crítica justa desta série tendo uma visão próxima do público alvo da série, amantes das clássicas séries de Super Robots dos anos 70/80, ou melhor, amantes de robôs gigantes em geral, sem distinção entre Super Robots e Real Robots.
    Mas até lá, vai sentar, Cláudia.

  12. “Recomendo somente para quem tem gosto pela coisa…” Bem, eu tenho gosto pela coisa fazer o que né. Pessoas que ficam presas na barreira do “Isso é clichê” acabam que, não aproveitando de fato uma obra desse tipo. Gurren Lagann não foi criado para ser um anime revolucionário, intelectual com trama complexa etc, foi feito para ser um anime simples na sua essência, mas empolgante na sua forma de construir a história na base de clichês propositalmente “exagerados”, eu até poderia resumir Gurren Lagann assim: “A história de um garoto escavador que acha um robô e sai por ai dizimando ordas de robos inimigos até chegar no Chefão final e lutar pelo destino do universo, ambos ficam maiores que galaxias!”
    A trama é simples, mas é feita de forma épica, o que torna TGGL um anime épico! quem vcs pensa que eu sou!???

  13. 2º anime na minha vida toda que me fez chorar

    e depois da morte do kamina o anime ficou uma merda
    serio nunca pensei que conseguiriam estragar um anime tao foda

    e lançar algo pra arrumar (um ova a la mirai nikki) que mude a percepçao das coisas ou ate por milagre divino uma segunda temporada

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