Guilty Crown #19: Renascimento

Guilty Crown #18: Querido…

A ideia básica explorada neste episódio até que faz sentido; a execução desta é que faz Guilty Crown ser o que é.

Este episódio de número dezenove de Guilty Crown acaba tendo duas metades que fazem certo sentido para abordar o assunto desenvolvido neste: o renascimento de Shu Ouma, o todo-poderoso de que alguma forma irá resolver tudo nos três episódios restantes desta.

E para surpresa de alguns uma destas metades é justamente a mãe deste, Haruka Ouma, que tem aqui um destaque que nunca obtivera antes na série. Idealista [afinal, como uma personagem tão gostosa poderia ser má? a maldade aqui está reservada para homens velhos e feios…], logo esta vai tentar matar Mana para somente fracassar [e ter uma conversa com o chefe da GHQ que é revelado ser seu irmão mais velho].

O importante é que esta consegue fugir dali carregando uma importante valise – o que irá render uma bela perseguição comandada por Segai a ela e em seguida aos Undertakers com os quais logo se refugia. Porque afinal, sua primeira opção que era Kuhouin [sim, o avô de Arisa] morreu como um heroi [mais de oito mil aspas na frase anterior].

Enquanto isso temos Shu, malandramente vestido com uma blusa de moletom [nesta série, o vestuário forma o caráter do homem] sequestra [aspas, muitas aspas] Arisa – afinal, seu grande objetivo agora é achar Inori. Porém esta, sabendo da fuga de Haruka, quer antes encontrar-se com esta, e assim os dois acabam indo também ao encontro desta.

O ritmo que vinha sendo frenético no começo do episódio [com Haruka em um verdadeiro e sexy bodysuit acaba dando uma acalmada no meio deste para uma série de conversas que vem principalmente a estabelecer dois fatos que serão utilizados no clímax: 1 – Haruka não é a mãe de Shu, e sim a segunda esposa de Kurosu que criou o garoto [de maneira displicente, afinal é inspirada na Misato] após a morte desse e 2 – a valise carrega simplesmente o maior deus ex machina desta série que é…

Sim, mais um Void Genome. O poder dos Reis. Que na série somente Gai [que roubou-o de Shu somente dois episódios antes] e Yuu [cadê você, garoto? será que estão guardando-o para uma eventual segunda temporada?] possuiam até então.

E Segai vem, impedioso, a procura do frasco que tudo resolve, que tudo pode fazer. Guilty Crown é puro estilo, puro exagero, e aqui isto aparece de uma forma exagerada que mesmo na série poucas vezes se viu. Após Ayase… sim, Ayase!, sair corren- bem, da forma que conseguiu, atrás do frasco mágico que lentamente ia escapando de suas mãos. E das de Segai. Ayase. Segai. Ayase. S-

Shu. Nosso protagonista, com toda a sorte dos deuses que merece, aparece na hora e momento certo para achar o Void Genome no chão no prédio em chamas [claro, causadas pela ação do caricaturalmente malvado Segai]. E o usa magnificamente, tendo inclusive seu braço direito sendo reconstruído de forma biomecânica e o caramba.

Após todo o show [e se Oguro morreu mais cedo no episódio para dar aquele efeito dramático, de perigo iminente, Segai morre aqui somente para provar que Shu Ouma, sim, pode!], temos a revelação de que esta nova forma do protagonista atrai tudo, de bom e de ruim, que existe no mundo.

É a dica: Shu irá morrer, como um deus, pelos pecados de toda a humanidade. Gai, Shuicihiro, todos estão de olho. Cartas na mesa, que venha agora o pega para capar!

E de novo: cadê o Yuu? Cheiro de segunda temporada no ar?

Guilty Crown #20: Um Diário…

Ou seja, flashback massivo no próximo episódio?

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