Um outro olhar sobre Lucifer e o martelo

jbc-the-lucifer-and-biscuit-hammerOlá, amigos. Preparem-se pra uma semana bem estranha, mas que já está se tornando uma constante todo ano. O Diogo viajou e deixou o espaço para que eu tocasse o bonde, o que é bom, já que todos sabemos onde o talento do Anikenkai está concentrado. Já recebi vários emails e cartas de pessoas falando que matariam o Diogo pra me ver escrevendo mais, mas eu sempre escrevo de volta falando que se o Diogo morresse eu talvez escrevesse até menos, já que sem ele pra reclamar que eu não faço nada  é que eu ia esquecer mesmo.

Bem, não precisamos de muita introdução aquI. Lucifer e o Martelo já foi resenhado pelo Did e todos viram que a avaliação dele foi bem mediana e que ele vai manter a série pela fama que ela tem.

Mas eu gostei, viu?

Primeiro vou logo dizendo que eu não me peguei em hype algum. Comprei o mangá como faço com todos. Fui na banca, vi coisa nova e comprei pra ver como é. A mesma coisa com quase tudo lançado por essas bandas, então já me poupei de uma frustração por esperar demais…

Mas acho que mesmo que eu esperasse, minhas expectativas seriam atendidas. Lucifer como história parte de um pretexto bem simples, mas o modo como é executado e seus personagens são incríveis. Já estamos na edição 2 e eu não sei como esse mangá poderia ficar melhor agora.

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O protagonista é realmente um grande babaca, mas isso é um grande charme, afinal, quantas vezes já vimos o cara legal que só quer o bem de todo mundo? Variação é legal. Sem contar que há outros personagens que já ocupam a vaga do “Seiya” da história. E a princesa que não precisa de ajuda? Simplesmente sensacional.

A história é bem clichê, mas o fato de ser traduzida com nenhuma seriedade por pessoas prestes a morrer é sensacional. O humor desse mangá é um dos pontos altos. Ver como mesmo em lutas bizarras os personagens ainda fazem piadas e vivem a vida como viviam antes, vendo anime, comendo… É tanto frescor que me sinto num mercado hortifrutigranjeiro.

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O Did não curtiu muito, mas depois de duas edições, eu acho que só poderia recomendar mais se saísse por aí com cabelo raspado fazendo o corte da Samidare e falando com as pessoas “Você tem um minutinho pra falar de Lucífer?” o que acho que não ia cair bem, então meu relato fica por aqui mesmo.

Ah, a edição da JBC está melhor que ótima. Vale a pena o preço salgadíssimo.

Sobre Fred

I'm a very twisted person. Gosto de animes e mangás por boa parte da minha vida e comentar sobre isso é sempre um prazer... Desde que eu tenha algo útil pra falar. Afinal, Dirac já dizia: "Eu não começo uma frase sem saber como ela vai terminar". Sou também um quimicuzinho que sabe falar bobagem o suficiente pra parecer inteligente.

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