Coluna do Fred: O entretenimento nas multicamadas de quê? Kill la Kill?

Eu fui bastante aconselhado pelo Did a mudar meu texto original sobre Kill la kill. Assim, estou refazendo esse texto sobre o belo anime que temos em mãos e que nos agracia com grande qualidade toda semana. Muitas pessoas me perguntam: “Fred, por que você acha que Kill La Kill tem feito tanto sucesso?” E eu responderei.

Além de ter uma história incrível, Kill la Kill é um anime que se renova a cada episódio. Vejam  por exemplo como Matoi lutou contra vários buchas de canhão, pra depois lutar contra os quatro generais, pra depois lutar com a costureira, pra depois ficar puta pra depois lutar de novo com a costureira e agora lutar com buchas de novo, pra depois lutar com os quatro generais de novo e a costureira.

Sem contar que um anime que só explica o que está acontecendo no décimo terceiro episódio (e cuja explicação não é nada menos que genial, afinal, a roupa é o pecado original e por isso devemos dominar o mundo) não é algo normal. NÃO. Estamos vendo uma série que é transgressora. Que quebra regras. É art nouveau. É art decô. É art killôlakillô.

Mas isso não é a única razão. Os personagens são incríveis. Eu inclusive me tornei um nudista após assistir Kill La Kill. Poucas vezes me senti tão inclinado a ficar pelado e fazer poses gays (mentira, eu faço isso o tempo todo, mas atualmente parei de me importar com a perseguição da polícia. LIBERTÉ!)

Mas um anime não se faz somente de uma boa história e bons personagens. Caso contrário, leríamos um livro e não fazemos isso. Somos legais. Então, o que mais Kill La Kill tem? Além de ser o maior espetáculo visual já feito? Acho que não muito. Vejam exemplos claros do quão incrível esse anime, que devemos dar graças a Deus por poder ver, é:

klkc01 klkc03 klkc04 klkc05

E não pára por aí.

klkc06 klkc02

  Sem dúvida Kill la Kill é um anime que não se pode medir por palavras e por isso, eu até paro por aqui. Fiquem com mais uma representação da grande obra de arte que é Kill La Kill.

klkc07

(Matoi até troca suas calcinhas. Que mulher! Seja minha waifu!)

Sobre Diogo Prado

Tradutor, professor, host do Anikencast, apaixonado por quadrinhos, apreciador de jogos eletrônicos e precoce entendedor de animação japonesa.

Você pode me achar no twitter em @didcart.

Eu fui bastante aconselhado pelo Did a mudar meu texto […]