Primeiras Impressões: High School of The Dead

Enfim estreou o tão esperado High School of The Dead. Como eu já havia dito, não gostei do mangá. Não por ser ruim, não passei da primeira edição, não posso opinar sobre isso, mas porque simplesmente não tinha movimento. Não me entendam mal, adoro mangás, adoro revistas em quadrinho no geral, porém, não dava. Zumbis merecem movimento, a tradição dos filmes do gênero é muito forte, ver tudo parado não agradava da mesma maneira. E então veio o anime, será que daria certo?

Gosto de filmes de zumbis e seus clichês. Armas variadas, shoot’em in the head, garotas sensuais tentando sobreviver aos ataques, muito sangue, clima claustrofóbico… tudo isso. O anime de High School of The Dead não deixou escapar nenhum desses clichês. Um defeito? Muito pelo contrário. São essas as características que definem o gênero e era obrigação mantê-las.

Uma das coisas que pode afastar um pouco os espectadores (que subentende-se já passaram pela enorme quantidade de sangue e mordidas) é a grande quantidade de fanservice. Grande mesmo, acreditem. HOTD leva o fanservice a níveis altíssimos. Porém, na minha humilde opinião, faz parte. Faz parte do gênero e não tem como não rir quando um pantyshot explode na tela de forma gratuita e totalmente anti-climática.

Quanto aos aspectos técnicos, só preciso dizer o nome do estúdio: MadHouse. Excelente qualidade sem dúvida. É bom ressaltar que o diretor é Tetsuro Araki, o mesmo que cuidou do anime de Death Note. Apesar deu gostar do estilo do cara, espero não ver algo seguindo a onda potato-chip de ser.

Uma série que com certeza vale a pena acompanhar, se você gosta de zumbis… ou calcinhas…

Até o próximo post!

Sobre Diogo Prado

Tradutor, professor, host do Anikencast, apaixonado por quadrinhos, apreciador de jogos eletrônicos e precoce entendedor de animação japonesa.

Você pode me achar no twitter em @didcart.

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